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quarta-feira, 7 de abril de 2010

AINDA QUE...

Gostaria de considerar dois momentos na Bíblia que vejo como lampejos na escuridão. O primeiro deles se encontra no Salmo 23 e o segundo em Habacuque 3. Vejamos:

“Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte...” (Sl 23.4)

“Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado...” (Hc 3.17)

Tenho meditado muitíssimo nestes versículos que trazem em seu bojo dois momentos, duas experiências que em si não têm nada de atraentes, nem mesmo são desejadas se lidas apenas sob os aspectos negativos inseridos em seus contextos.
Não me interessa no momento exibir ou analisar os aspectos históricos ou teológicos dos textos em destaque. Quero, porém, considerar e direcionar meu comentário ao aspecto positivo que rompe de maneira triunfante a perspectiva da morte e do caos que, por mais que sejamos otimistas e tenhamos fé, nos desafiam, nos confundem e nos impõem medo.
Quem nunca se viu apavorado diante da consciência de sua própria finitude? É comum as pessoas se apavorarem quando cai a ficha de que um dia vai morrer! Qual é aquele que não fica no mínimo perturbado, diante dos acontecimentos incômodos, fortuitos e indesejados que destroçam nossas vidas de repente? Todos os que assistem as notícias recentes sobre terremotos, enchentes e demais tragédias que se espalham pelo mundo sabe muito bem do que estou falando.
Mas, as reticências que deixei propositadamente tanto no título, quanto na interrupção dos versículos guardam aquilo que as “reticências” de nossas histórias também querem esconder: Que existem vida e livramento além das piores ameaças e das mais terríveis desgraças! Vejam só como continuam os textos acima:

“...não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.” (Sl 23.4)

“...todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas.” (Hc 3.18-19)

O salmista e o profeta concordam que para ambas as situações, as quais podem levar o ser humano à beira da loucura, há uma só solução: A confiança inabalável no Deus presente e participativo! Tanto um como o outro, vivendo em épocas diferentes e em situações diferentes experimentam e sentem a mesma coisa. Eles alimentaram e atingiram um grau de confiança tão elevado no Senhor que a perspectiva da morte para o salmista não representava algo tão ameaçador assim, nem mesmo as tragédias se abateram sobre a nação do profeta poderiam demovê-lo da certeza de sairia daquelas situações triunfantes.
Portanto, “ainda que...” é uma mensagem de alento real para todos aqueles que se encontram desesperados diante das ameaças ou dos fatos trágicos da vida. É como se fosse Deus mesmo dizendo “Ainda que... Eu estarei sempre com vocês!” – pr Aécio
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Está sofrendo? Transforme seu sofrimento em um pedido de oração.
Envie e-mail para igiberoamericana@bol.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

INTERCESSÃO PELO RIO DE JANEIRO

Esta é a hora da Igreja do Senhor se colocar na brecha e interceder pelas cidades do Rio de Janeiro que estão sendo "castigadas" violentamente pelas últimas chuvas.
Até o momento dessa postagem já se contabilizavam mais de 80 mortos.
Restarão órfãos, viúvos, mutilados, desabrigados e muita gente traumatizada. Ainda quer mais motivos pra orar?

ALERTA!

AINDA HÁ QUEM CHORE PELAS VIDAS ENGANADAS

O áudio está em inglês, mas a tradução da legenda está perfeita. Assista até o fim! Vai te fazer muito bem!

ELES ATÉ PREGAM, MAS NÃO O EVANGELHO

Evangelho é "boas novas". Isto todo mundo sabe. O que realmente não entendo - força de expressão, pois no fundo entendo muito bem - é como os atuais pregadores midiático conseguem transformar (ou transtornar) o Evangelho da verdade em fantasia, inventando tanta mentira usando a pregação de Jesus, a mensagem do Reino.
É nojento assisitir aqueles programas em que "bispos", "apóstolos" e outros donos de igrejas distorcem a Bíblia sem nenhum constrangimento, supondo que Deus está à mercê de suas orações cheias de malícia!
É extremamente ofensivo ao Evangelho ver aquelas multidões de pessoas com peças de roupas, garrafas com água, fotos e os artefatos que eles mesmos inventam e produzem, tentando estupidamente alcançar o favor de Deus com seus sacrifícios de tolos - tolos duas vezes. Tolos por não se darem conta de que nenhum sacrifício humano é capaz de atrair a benção de Deus e tolos por não entenderem que a maior benção de que precisam é a escapar do inferno, convertendo-se e entregando-se a Cristo!
O evangelho que estes homens estão pregando é tão "poderoso" (ironia) que boa parte das pessoas que os seguem nem sequer mudam de vida! Todo mundo sabe que muitos daqueles que seguem certos pregadores atuais vão por causa de suas ofertas mirabolantes de cura, libertação e prosperidade. Estes, por sua vez, são tão ávidos por multidões (mais pelo dinheiro deles, é claro) que não fazem nem cerimônia em chamar hipócritamente católicos e espíritas de "irmãos" em chamadas mais ou menos assim: "Venham para nossa grande concentração de fé, meu irmão católico, meu irmão espírita... Blá, blá, blá... Deus não olha pra religião... Blá, blá, blá.. O que importa é a fé e... Blá, blá, blá..." - Existe algo mais nojento e hipócrita do que isto?! É claro que não! Mil vezes não... Eles fazem isto por que não pregam o Evangelho!
Caso pregassem o Evangelho, eles diriam: "Venham ouvir a mensagem do Evangelho que liberta da mariolatria e dos demônios que se fingem de espíritos de antepassados. A religião de vocês é tão impotente para salvá-los do inferno, que Deus enviou Seu filho para que todo aquele que n'Ele crê não pereça... E mais, a sua fé é uma grande farsa se não for a fé no Único Deus, que se revelou em Cristo, e a única maneira de conhecê-lo é através das Santas Escrituras, a Bíblia!".

Viu a diferença?! O evangelhosinho "mamão com açucar" dos pregadores de araque atrai porque oferece o que o ser humano mais quer: bens, saúde e vida fácil sem mudança de vida, sem confrontação com o pecado. Em contrapartida o Evangelho confronta o pecado e a religião de conveniência, chamando para uma vida de compromisso com a santidade.
Para se ter uma idéia da gravidade da coisa, e de como as pessoas podem interpretar a pregação ao seu bel prazer, caso esta não seja exposta como deve ser, vou relatar dois fatos acontecidos há algum tempo, nos quais fui chamado para atender. O primeiro se deu quando fui solicitado para orar a pedido de uma senhora em favor de seu filho que estava preso - no caso ela queria que orasse para que a justiça fosse feita, mas que o rapaz fosse guardado, protegido durante o tempo de reclusão.
Ao entrar no quintal da casa, aproximei-me da porta da cozinha - uma casa muito humilde, típica da periferia onde moro. Antes mesmo de ser convidado a entrar já ouvi a recomendação: "Olha, seu pastor, não quero saber de religião, tenho minhas crenças, acendo minhas velas, faço minhas mandingas e quando a coisa aperta faço minhas campanhas na igreja tal e tal... Só quero oração meu filho..." - virei as costas e fui embora com a certeza de que nanda adiantava falar com aquela mulher que já havia concebido uma idéia do falso evangelho que anda nas bancas de liquidação das igrejas de mercado, e que nada a demoveria de sua opinião.
Noutro caso, uma senhora entrou na igreja pouco antes de iniciar a pregação e ali permaneceu até o término do culto. Um dos auxiliares que asistiam ao culto a trouxe para falar comigo. Ela disse que havia gostado da pregação e se identificou comigo por ser cearense também (como sempre, durante a preleção dei um jeito de evidenciar minha origem), e após mais um monte de jogação de confete e rasgação de seda disse estar passando por algumas necessidades e gostaria de conversar em particular. Levei-a até uma sala nos fundos da congregação e ela, então, passou a me falar de suas agruras e misérias. Identificou-se como freqüentadora a vários anos de uma destas igreja da moda, situada na avendida principal do meu bairro. Puxou um monte de carnês de "propósitos" espirituais, um calhamaço de envelopes referentes (às malditas) campanhas, saquinhos com sal e outros patuás distribuídos nas tais igrejas. Apesar disto, disse que nada estava dando certo para ela, que morava com um neto, que ambos estavam desempregados, que precisava ao menos de uma cesta básica durante um tempo etc., etc.
Após ouví-la, passei a questioná-la sobre o por quê de não procurar seu pastor (no seu caso um bispo, segundo ela) e falar sobre seus problemas, pois a cada pastor compete atender sua igreja e o povo que pastoreia. Arregalando os olhos ela respondeu: "Ele não pode nem sonhar que estou pedindo ajuda aqui! Se souber vai dizer que estou com espírito de miséria e vai me expor diante das pessoas. Além disto, é preciso pegar uma senha pra falar com ele e atender um monte de exigências como não cheirar a suor, não usar chinelos de dedos e chupar balas de hortelã para prevenir o mal hálito...".
Bem, a estória acima termina com a mulher tendo suas necessidades atendidas, após averiguarmos a procedência de seu relato, e de acordo com o que pudemos fazer. Mas naquela mesma conversa, ao término do encontro perguntei: "Por que a senhora não sai desta igreja e não procura uma igreja séria, uma igreja de verdade?". Sua resposta não podia ser mais inusitada: "Nem eu sei! Já me acostumei ali e ali vou ficar até que Deus me tire de lá!". Diante disto me frustrei mais uma veze, e conclui mais uma vez que mesmo pregando um evangelho fajuto, os pseudo pregadores conseguem fazer discípulos sinceros... Sinceramente enganados! - pr Aécio

domingo, 4 de abril de 2010

AGENDA DA IBERO - DE 05/04 À 11/04/2010

Nossa programação da senama está fantástica! Dê uma olhadinha e confira!
Você que ainda não conhece a Ibero e mora na Zona Leste tem a grande oportunidade de conhecer uma comunidade evangélica alegre e acolhedora!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

FUJA!

Nem sempre fugir é sinônimo de fraqueza ou covardia. Fugir também pode ser sinal de prevenção, inteligência e estratégia. A Bíblia nos manda fugir de várias coisas: da prostituição, da avareza, da idolatria e dos desejos carnais.
Em nossos dias há muitas coisas das quais precisamos fugir – muitas delas estão mais próximas de nós e são tão perigosas como as que a Bíblia cita. Então, fuja:

- Das igrejas que estampam a imagem de seus donos na fachada – de cara a gente vê pra quem é prestado o culto.

- Das pregações em que a ênfase recai sobre os pregadores e suas denominações.

- Das supostas concentrações de fé em que objetos e outros artefatos são usados como “ponto de contato”.

- Dos movimentos de louvor ministrados por bandas e cantores metidos a artistas, e que reduziram a adoração a meros e repetitivos shows e demonstrações de histerismo iguais aos do mundo secular.

- Dos autointitulado presunçosos exibicionistas, excêntricos e megalomaníacos apóstolos, bispos, missionários e outros supostos “ungidos” que transformaram a Igreja Evangélica Brasileira num dos piores antros de caudilhos da fé.

- Das falsas doutrinas travestidas de avivamentos, ensinadas furtivamente em retiros, proclamadas nos palcos dos templos-cabarés e cantados em nos cansativos mantras gospel.

- Da indução das mídias evangélicas que fazem chantagem emocional para arrecadar milhões de sinceros admiradores dos televangelistas, enquanto muitos destes fazem acordo até com o diabo se preciso for, para manterem seus programas no ar.

- Das igrejas onde a bandeira denominacional sufoca a ação missionária e evangelística.

- Das igrejas que disputam as pessoas como se fossem animais em dia de caça.

- Das igrejas que reivindicam as únicas ou as mais poderosas realizadoras de milagres.

- Dos pastores que apascentam a si mesmo, engordando suas contas bancárias e enriquecendo em nome da fé de gente humilde, trabalhadora e sofrida.

- Dos líderes evangélicos adúlteros que justificam seus pecados sem demonstrar arrependimento.

- Dos pregadores gananciosos fazedores de barulho que abarrotam cruzadas, conferência e congressos que mais causam polêmicas que edificação.

- Das concentrações de fé em que as malas e malotes de dinheiro chamam mais a atenção da imprensa do que a conversão dos pecadores.

- Dos púlpitos onde a benção e o milagre escondem a necessidade do arrependimento, da conversão e da vida de santidade.

- Das propagandas enganosas das campanhas e correntes que, além de ser uma réplica de práticas pagãs e idólatras, estão mais interessadas nos bolsos das pessoas, do que em suas almas.

- Dos pregadores que ao invés de se esconderem atrás da cruz a escondem por trás de seus egos.

- Das denominações gananciosas que de maneira desavergonhada alugam salões em frente ou lado de outras igrejas por mera e desleal concorrência.

- Das ofertas mentirosas e supostamente milagrosas dos já sacramentados patuás evangélicos conhecidos como rosa ungida, sal e réplicas de cajado, arca da aliança ou shofar.

- Das igrejas classistas e elitistas, cujos líderes têm o intuito de agradar aos homens e não a Jesus, que é o Senhor da Igreja.

- Das pirotecnias e performances supostamente pentecostais e neopentecostais que proporcionam catarse e êxtase coletivos.

- Das fantasia e da vaidade dos megatemplos. Prefira pequenas congregações ou pequenos grupos onde terá a certeza de que você e sua família serão pastoreados e cuidados.

- Da idolatria contemporânea típica que os crentes modernos dedicam aos pastores, bispos ou apóstolos que se acham acima do bem e do mal, como se fossem semideuses.

- Dos líderes que descaradamente praticam o nepotismo religioso, colocando seus parentes mais próximos em posições, cargos e funções em suas denominações para perpetuarem o patrimônio erguido em nome da fé (dos outros).

- Das igrejas liberais adeptas do ecumenismo.

- Dos líderes evangélicos maçons.

- Das igrejas afetadas pelas falácias das teologias liberais; enfermadas pelo secularismo e pela falsa intelectualidade.
- pr Aécio

ALGUMAS LEMBRANÇAS E EXPERIÊNCIAS DE UM TUPINIQUIM CEARENCE...

...QUE SÓ QUER SER FELIZ NO NÃO TÃO MARAVILHOSO, MAS MESMO ASSIM ADORÁVEL UNIVERSO EVANGÉLICO!


Cada pessoa tem suas próprias experiências e as interpreta de maneira singular. Passarei a expor e descrever algumas das minhas experiências na igreja evangélica, desde a minha juventude (que não faz tanto tempo assim!). Espero que isto sirva de inspiração para todos os leitores no sentido de mostrar que a fé independe de boas ou más experiências. Pretendo mostrar que o mais importante é ter experimentado o grande amor de Deus revelado em Jesus.
Vale ressaltar que a despeito de toldas as mazelas, a Igreja (representada de forma minúscula em cada congregação e ajuntamento de crentes) é o Corpo de Cristo cumprindo Seu propósito na Terra.

Cheguei em meados dos anos 80 e lembro-me com certo saudosismo (um dos sentimentos que menos aprecio é a saudade) de quando entrei naquela igrejinha de final de rua, rodeada de favelas. Gente pobre, modesta e sem muita cultura, mas cheia do Espírito e de certo modo (e a seu modo) amorosa.
Tinha um pastor espoleta lá. Meio espalhafatoso – coisa de cearence que eu entendo muito bem! Obreiros rudes por suas vivências e ignorantes por conseqüência da eterna anomalia assembleiana (excetuando uma pequena elite) de não investir com mais vigor no preparo de seus obreiros - pra quê seminário se o Espírito Santo faz tudo, não é mesmo.
No geral os cultos eram “avivados”. Aquela coisa de “glórias a Deus e aleluias” aos berros, pranto e palavras muitas vezes sem muito sentido entrecortadas por manifestações emotivas quase sempre atribuídas ao “pode do Espírito”. A princípio me assustava com tudo aquilo, mas eu acreditava (ou me obrigava a acreditar) em tudo como quem estava diante de uma realidade nova, afinal tinha me convertido e era necessário “zerar” tudo o que havia aprendido até então – isto era o que eu achava, fruto de minha ignorância religiosa.

Aos poucos fui conhecendo as pessoas da congregação. Gente esquisita trajando seus paletós, gravatas, vestidões e saiões... Bota esquisito nisso! Mas os aspectos aparentes não significariam muita coisa diante das coisas que “desaprenderia” (naquele período mais “desaprendi” do que aprendi) por ali e outras tantas que passaria a aprender e conhecer – apesar de amar a Igreja do Senhor, reconheço quem nem todas as experiências em igrejas são boas, porém, vale aquele ditado “o que não te mata te deixa mais forte” (não sei se é exatamente assim o ditado, mas ta valendo!).
Mesmo sem entender quase tudo que via, ouvia e lia, procurei me ambientar para entender aquela realidade cheia de reticências, questionamentos e dúvidas, muitas dúvidas – muitas igrejas não prestam atenção nas dúvidas e elas são tão importantes quanto as certezas. Apesar de pouquíssimas boas impressões e como estava aterrissando de uma repentina e colossal conversão, procurava julgar as coisas com parcimônia e cautela. Afinal, tinha um medo brutal de ofender qualquer coisa que tivesse algum significado divino, espiritual ou bíblico que fosse (coisa de novo convertido). Hoje vejo que todo aquele medo tornou-me refém de mim mesmo, que era inócuo e desnecessário. Acho que se tivesse questionado mais, discordado mais e confrontado mais não teria presenciado ou vivenciado inúmeras situações que deixaram marcas que até hoje me trazem lembranças não muito saudáveis- pra não dizer dolorosas. (CONTINUA. NÃO SEI QUANDO, MAS CONTINUA!) - pr Aécio

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Quer compartilhar suas experiências? Escreva clicando no ícone da cartinha ao lado logo abaixo da imagem. Elas poderão se transformar em matéria para postagens (manteremos o anonimato), além de ajudar a outras pessoas que não sabem lidar com experiências traumáticas.
Seja honesto ao enviar suas histórias, pois muitas chamadas experiências traumáticas são fruto do mal testemunho e da falta de compromisso das próprias pessoas com suas respectivas igrejas ou cdenominações.

CADÊ O PASTOR?

No dia 11 de Abril à partir das 11hs, o pastor Aécio ministra na Igreja Presbiteriana de Taiwan no Brasil Santo Eterno. O culto é bilingüe e a mensagem terá tradução simultânea - a entrada é franca e você é nosso convidado!

Endereço: Rua Antonio Marcondes, 174 / travessa da Av. Nazaré, altura da Universidade São Camilo - Ipiranga / São Paulo.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

VERDADES SOBRE A MENTIRA


Lamentavelmente a cultura popular contempla um dia para a mentira no calendário, o dia 1º de abril. Neste dia as pessoas se divertem pregando peças, dando trotes, inventando situações enganosas ou vexatórias e dando sustos uns nos outros. Tudo muito banal e fútil... Detesto isto!
Como seria se ao invés da mentira todas as pessoas dedicassem um dia só para a verdade? Imagine só os filhos dizendo para os pais sobre o quanto os têm envergonhado em suas ausências? Pense nos cônjuges abrindo o jogo sobre suas traições! Pense nos políticos falando sobre suas maracutaias aos seus eleitores! E os patrões usurpadores? E os empregados dissimulados? Seria um dia de glória! Um dia de libertação, pois enquanto a mentira aprisiona, a verdade liberta!

Existem algumas verdades sobre a mentira que muitos desconhecem, talvez por isto aproveitam e desfrutam desta data como se fosse algo bom, prazeroso e até inocente. Do mesmo jeito que “quem mexe com fogo pode se queimar”, quem não considera o perigo que uma mentira oferece pode se prejudicar e prejudicar a outros também.

Eis algumas verdades sobre a mentira:

1. O diabo é o pai da mentira, logo, quem mente é filho dele.
2. Adeptos da mentira não entrarão no céu.
3. Toda mentira é mentira, mesmo as bem intencionadas.
4. Não existe mentira branca, nem vermelha, nem amarela.
5. Nenhuma mentira muitas vezes repetida se torna verdade (quem diz o contrário mente).
6. A mentira é o argumento de quem não tem caráter.
7. A mentira é um pecado abominável que afasta o homem de Deus.

É por estas e muitas outras verdades sobre a mentira que gostaria de desafiá-los a fazer diferente: Vamos transformar o “dia da mentira” em o “dia da verdade”. Desta forma, poderemos mostrar aos que estão ao nosso redor que não compactuamos com esse modismo inútil e estamos disposto a viver o a Bíblia diz: “Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo...” - Efésio 4.25. - pr Aécio