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terça-feira, 12 de abril de 2016

O MINISTÉRIO DE SUSANNA WESLEY - EXEMPLO DE MULHER E MÃE INTERCESSORA

 Se John Wesley é o pai do Metodismo, Susanna é a mãe -  Um exemplo de força, coragem e serenidade. 

“Meus filhos, tão logo eu tiver sido posta em liberdade, cantem um salmo de louvor a Deus”. 

O pedido foi feito por Susanna Wesley, momentos antes de ela morrer, no dia 23 de julho de 1742.
Dizem que, se John Wesley foi o pai do Metodismo, Susannah foi a mãe. Ela é apontada como a maior influência religiosa do filho, condutor de uma grande obra de avivamento na Inglaterra do século 18.
Filha de uma família de puritanos ingleses, ela aceitou ir para a Igreja Anglicana, onde seu marido Samuel Wesley exercia o ministério de pastor, na pequena paróquia de Epworth, na Inglaterra. Ele era conhecido por não entender o limite – ou a diferença – entre disciplina e controle excessivo. Sua rigidez em relação às ovelhas levou alguns de seu rebanho a odiá-lo. O ápice da perseguição culminou em dois incêndios a sua casa. No segundo, a residência dos Wesley foi totalmente destruída.

A tudo isso Susannah, que foi mãe de 19 filhos, suportou para dar uma boa formação a sua prole. Seu jeito e modo de agir com eles, desde a idade mais tenra, estão registrados principalmente no diário pessoal de John Wesley. Mas é possível conhecer-lhe a história também por biografias que foram feitas por escritores ingleses. Uma das mais conhecidas é The Mother of the Wesleys, de John Kirk, lançado em 1864.

Ela entendia o compromisso da maternidade como a responsabilidade de educar e formar homens e mulheres de Deus. Era a responsável pela alfabetização e evangelização dos próprios filhos. Em sua casa, crianças menores de cinco eram proibidas de aprender a ler e escrever. O objetivo era evitar a canseira de um intelecto que ainda estava se desenvolvendo.

Mas, no dia seguinte ao quinto aniversário, a criança tinha sua aula inaugural. Durante seis horas, recebia ensinamentos suficientes para aprender todo o alfabeto. Na segunda aula, já começava a aprender a decifrar as palavras, utilizando como base o primeiro livro da Bíblia, Gênesis. Seu método, ela garantia, levava seus filhos a aprender a ler e escrever em três meses.

Conta o escritor Mateo Lelièvre, autor da biografia John Wesley – sua vida e obra (Editora Vida), que, certa vez, Samuel disse-lhe: “Acho admirável sua paciência, porque você repetiu a mesma coisa nos ouvidos dessa criança nada menos do que vinte vezes”. Ela respondeu: “Teria perdido o meu tempo, se a tivesse repetido somente dezenove, pois foi só na vigésima vez que cumpri o meu objetivo”.

Mas não era só. Susannah preocupava-se em demasia com a felicidade e realização de seus filhos. Cada um deles tinha uma hora marcada para uma conversa em particular com a matriarca da família, onde ela lhes ouvia os problemas e alegrias da semana. O próprio John Wesley já adulto, em uma das cartas que escreveu a Susannah, pediu que, quando estivesse em casa, fosse recebido em uma destas “audiências”. Ela também ensinou às crianças a importância de compartilhar o amor de Deus através da evangelização. Durante uma viagem de seu esposo, ela reunia filhos e criados na cozinha de sua casa, nas tardes de domingo para cultos voltados a este assunto. A programação cresceu tanto que os vizinhos pediram para participar, chegando ao número de 200 participantes por reunião.

Um dos assessores de seu marido, preocupado que os cultos domésticos tivessem uma influência negativa no que diz respeito à transmissão das doutrinas anglicanas escreveu uma carta a Samuel pedindo que impedisse Susannah de continuar os encontros. Mas, tendo o relato de sua esposa dos grandes testemunhos gerados naquela iniciativa, ele afirmou que os cultos continuariam. O que viu neles ajudou John Wesley, quando, impedido de pregar nas igrejas, se viu obrigado a transformar muitas casas em locais de adoração.
Um fato, no entanto, fez com que Susannah investisse mais ainda na vida espiritual de sua prole, especialmente o pequeno John. No dia 9 de fevereiro de 1709, um incêndio destruiu totalmente a casa dos Wesleys. Com medo ter esquecido alguma criança em meio às chamas, Susannah tentou entrar na casa por três vezes, mas foi impedida pelo fogo que se alastrava. Do lado de fora, ao contar os filhos, deu fato de John. A pedido de Samuel, todos se ajoelharam para encomendar a Deus a alma do menino, mas ele surgiu na janela do quarto e acabou sendo resgatado por dois vizinhos.

Desde aquele momento, sua mãe piedosa, segundo ela mesma contava, tomou a resolução “de velar com esmero muito especial pela alma de uma criança a quem Deus protegera com tanta misericórdia”. Esforçava-se para que aquele filho seu tivesse bastante consciência de pertencer, corpo, alma e espírito, ao Deus cuja mão paterna o protegera de modo tão evidente.

Foi ela a única responsável por sua educação até os dez anos de idade, quando ele ingressou na Charterhouse, uma renomada escola que se destacava pelos excelentes resultados acadêmicos. Já no Christ Church College, uma das unidades de Oxford onde formou-se em Mestre em Artes, escreveu a sua mãe, mostrando dúvida quanto ao desejo de seguir a carreira pastoral.

Ela lhe respondeu em uma carta que foi, de acordo com relatos pessoais em seu diário, responsável pela busca obstinada de Wesley por uma experiência com Deus. Dizia em um dos trechos: “Peço-lhe encarecidamente que faça um exame rigoroso de sua consciência a fim de descobrir se possui a fé e o arrependimento que são, conforme você bem sabe, as condições indispensáveis para entrarmos em uma aliança com Deus. Se você se encontrar nesse estado de religião, a satisfação de saber disso recompensará amplamente os seus esforços; caso contrário, você terá motivo de derramar lágrimas muito mais amargas que aquelas que a presença de uma tragédia poderia arrancar de você”.

Alguns anos mais tarde, quando o Movimento Metodista estava se espalhando por todo o país, John Wesley se deparou com um sério problema de liderança. Sem pastores anglicanos que aceitassem o desafio de discipular e acompanhar os novos convertidos, ele não tinha confiança em entregar grandes responsabilidades nas mãos de ministros leigos – sem formação teológica acadêmica. Foi sua mãe quem lhe convidou a reparar no trabalho que estes homens faziam e valorizá-los. Ouvindo o conselho materno, ele chegou a uma conclusão que, mais tarde, escreveu em seu diário: “Isso vem do Senhor! Que Ele faça o que lhe pareça bom (…) Atrevo-me a firmar que esses homens sem letras têm a ajuda de Deus para executar a grande obra de livrar almas da morte. Com efeito, na única coisa que professam saber, não se lhes pode taxar de ignorantes”.

Em sua morte, Susannah, que já era viúva, estava cercada por seus filhos. Atendendo a seu pedido, os filhos cantaram um salmo e ficaram apenas com as belas e inesquecíveis lições de sua mãe.

Autora: Renata Tomaz Fonte: http://www.institutojetro.com

segunda-feira, 4 de abril de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

PRA QUEM ESTÁ ACHANDO QUE ESSA COISA É SÓ POLÍTICA

 DO FACEBOOK DO PR AÉCIO

... Ou só birra de pastor zangado. 

Então, vamos lá: Em suma, a intenção dos adeptos e ferrenhos defensores dos valores socialistas e/ou comunistas (esquerdismo vermelho e liberais) é a de exterminar da sociedade quaisquer indícios dos valores judaico-cristãos, instalando os seus próprios. A bem da verdade nós, cristãos, evangélicos, etc., somos não uma pedra no sapato, mas uma ROCHA no meio do caminho. Então, queridos, não pensem que eu ou qualquer outro pastor que tenha o mínimo de entendimento, zelo e sensatez estamos querendo induzi-los a votar ou não votar, simpatizar-se ou não com o partido A ou B. 

A propósito, embora indignado com o estado de coisas, tampouco quero provocar sentimentos de ira, raiva ou incitar ao ódio gratuito. A questão é alertá-los; é livrar a sua, a minha, a nossa cara e a das próximas gerações desses que ODEIAM o Evangelho e os cristãos em geral.

Outra coisa, salvo raríssimas exceções, isso de eles (em especial políticos que de esquerda ou liberais) irem aos púlpitos e serem ACLAMADOS só acontece em igrejas ou comunidades cujos pastores e líderes são políticos ou estão com o rabo preso com outros políticos, partidos e tal - algumas vezes políticos que procuram crentes só para os chamados VOTOS DE CABRESTO (aqueles votos que muitos nem sabem, mas que os bastidores já foram franqueados por seus pastores) são CULTUADOS nesses lugares, como vocês podem ver em vários vídeos no Youtube. Mais cedo ou mais tarde o político vai se virar contra o politiqueiro (parafraseando)! Enfim, nossa luta não é só pelo Brasil. A luta é pelo Evangelho também!

Por enquanto é só.

pr Aéci

(pastor na Igreja Cristã Ibero-Americana)

terça-feira, 15 de março de 2016

VAI ENTENDER ...

 DO FACEBOOK DO PR AÉCIO

Desde que cheguei ao “universo” evangélico, onde permaneço há quase trinta anos, observo vários comportamentos intrigantes. Um desses é o da intolerância entre os irmãos, principalmente quando há falhas de uns para com os outros. Exemplo: Lá no “mundão” (usando o evangeliquês escrachado), quando pessoas não convertidas ou não crentes disputam uma partida de futebol de várzea, muitas vezes o que deveria ser jogo não passa de um espetáculo de caneladas, cotoveladas, empurrões, etc., sem falar nos “elogios” que as mães dos adversários ganham sem nem saber da partida entre os canelas-de-pau. Mas, passado o show de bola (ou de horror... rsrsrs), todo mundo vai pro boteco dar risada das patacoadas – até a próxima pancad... Partida! Agora, olha o contraste: Em muitas igrejas ou comunidades cristãs, não raras vezes, basta uma repreensão; basta um irmão menos atento não cumprimentar o outro com “a paz do Senhor”; basta uma divergência numa reunião; basta uma postura estranha no culto; basta discordar desta ou daquela opinião e pronto: Já existem motivos de sobra para não participar das atividades da congregação, dos ministérios ou dos grupos e (para escândalo da torcida de várzea) até mesmo mudar de igreja! Gente, vamos parar de frescura?! Ou, então, vamos aprender um pouco mais de tolerância lá nos campinhos de terra, onde se encontram aquilo que muitas vezes falta entre nós: AMOR E AMIZADE REAIS QUE SUPORTAM ATÉ ALGUNS HEMATOMAS!

Vamos celebrar a unidade e a comunhão, apesar de tudo?! Vamos fazer esse gol!

“Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor. Façam tudo para conservar, por meio da paz que une vocês, a união que o Espírito dá.” - Efésios 4.2, 3 (NTLH)


pr Aécio

segunda-feira, 14 de março de 2016

TORRADAS QUEIMADAS

 FONTE: VIDANET



Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro. Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:  “Adorei a torrada queimada…” 

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse: 

“Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada… Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros. Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro. Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando. Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo. Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.

Não que mais tarde, o dia que um partir, este Mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.” 

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.  Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, à você e ao próximo. 

As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

AUTOR DESCONHECIDO

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

AGENDA DA SEMANA - 29/02 A 06/03/2016

Procurando uma igreja sem modismos, sem "ondas" e outras  modinhas importadas?

Venha conhecer a Igreja Cristã Ibero-Americana: Um igreja simplesmente igreja! Sem shows, sem "reteté", sem esquisitices peformáticas, sem mercadorias "ungidas", sem "ungidões" celebridades e, sobretudo, sem as heresias que viraram piada nas redes sociais.