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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CANTORES EVANGÉLICOS SE REVOLTAM
Contra declarações do Bispo Edir Macedo
FONTE: GOSPEL PRIME
Alguns cantores evangélicos ficaram surpresos e revoltados com as palavras dos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, inclusive o líder Edir Macedo, que afirmaram que 99% dos cantores evangélicos são endemoniados e que a cantora Ana Paula Valadão estava possessa de demônios.
Através do Twitter o cantor André Valadão resolveu se manifestar. “Não tenho dificuldade em falar sobre a IURD afinal, #IgrejaUniversalNãoÉEvangélica @BispoMacedo o Macalister não te ensinou o que tens feito”, escreveu o irmão de Ana Paula.
A cantora Eyshila também se mostrou indignada. “Reformulando: pessoas que se declaram a favor do aborto, e ainda publicam isso em sua biografia, não merecem o meu respeito. Não as escuto!”
“Escrevi e apaguei, escrevi e apaguei de novo, não tem nem o que dizer em relação a IURD , lamentável Bp Macedo, lamentável…”, tuitou a cantora Lydia Moisés que foi apoiada por Jairinho Manhães, esposo da cantora Cassiane.
Mauro Henrique, vocalista da banda Oficina G3 foi irônico ao falar sobre o caso. “(…) ainda mais depois de saber que o Edir Macedo me chamou de endemoniado! Hahaha. Vem expulsar então!!! Kkkkk”.
Ainda no Twitter membros de várias denominações também se manifestaram contra as palavras dos bispos da IURD e alguns usaram a hashtag #IgrejaUniversalVergonhaAlheia. “Testemunhos comprados obreiros explorados pastores obrigados a cumprir metas de oferta #IgrejaUniversalVergonhaAlheia”, provocou um internauta.
“Esse bispo não tem vergonha na cara mesmo, dizer que a @anapaulavaladao é endomoniada é o fim da picada @: #IgrejaUniversalVergonhaAlheia”, disse outra usuária do microblog.
BISPOS DA UNIVERSAL ATACAM ANA PAULA VALADÃO
E Edir Macedo diz que 99% dos cantores gospel são endemoniados
FONTE: GOSPEL PRIME
Depois de causar polêmica ao comparar igrejas pentecostais com centro de umbanda, o bispo Edir Macedo e outros pastores da Igreja Universal do Reino de Deus causaram revolta nos fãs do grupo Diante do Trono. Isso porque em dois programas da IURD a cantora Ana Paula Valadão foi usada como exemplo de cantores evangélicos que são “possessos por demônios”.
Em um programa o líder da IURD afirmou que para ele 99% dos cantores gospel são endemoniados e perturbados. ”O diabo também promove dentro da Igreja grandes cantores, cantoras e que fazem grandes sucessos, mas aquele sucesso é justamente uma mensagem subliminar para iludir os crentes”, disse ele.
O bispo Marcio, que estava apresentando o programa com Edir Macedo, deu exemplo da cantora do DT que na última edição do Congresso Internacional de Louvor e Adoração Diante do Trono “caiu na unção” quando foi ungida por um pastor finlandês.
Na igreja Universal “cair na unção” é o mesmo que cair possesso por demônios e por esse motivo o vídeo deste dia de congresso na sede da Igreja Batista da Lagoinha foi divulgado durante o programa na IURDTV . No programa “Nosso Tempo” o bispo Romualdo Panceiro reprisou o vídeo duas vezes para frisar aos telespectadores que a cantora estava possuída e que por esse motivo não cantaria mais as canções do Diante do Trono.
Resposta
Em seu Twitter, a cantora Ana Paula Valadão respondeu as críticas afirmando para seus seguidores não se preocuparem “Não se preocupem comigo qto a essas críticas…estou em paz no meu Senhor!” e até ficou feliz com o ocorrido “Interessante ser criticada por me render corpo e alma em adoração na Presença de Deus…até me regozijo por isso…não me deixarei intimidar”
Record x Globo
Record x Globo
Para alguns usuários da comunidade do Orkut destinada ao grupo Diante do Trono, as mensagens dos bispos da Universal são na verdade uma forma de tentar barrar a venda dos CDs dos artistas da Som Livre (empresa do grupo Globo), que por meio do selo Você Adora está investindo na contratação de cantores gospel, como foi o caso do DT.
Os fãs do grupo mineiro também tentam questionar o líder da IURD se os cantores que fazem parte do casting da Line Records (uma das maiores gravadoras do gospel do Brasil que é ligada a IURD) também são possuídos por demônios.
Assista:
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COMENTÁRIO DO PASTOR AÉCIO:
Numa frase só: Como se trata da opinião de líderes de uma das mais controvsersas e perigosas seitas pseudo-cristãs não se deve levar a sério o que afirmam.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
CRISTIANISMO SEM CRISTO
Cada vez mais o cristianismo moderno tem menos de Cristo! Esta é uma verdade tão incômoda, quanto necessária.
Teólogos e ministros cristãos tentam explicar os fenômenos que fazem da Igreja do século XXI tão inexpressiva, mesmo com toda a riqueza e o crescente número de pessoas que professam a fé em Jesus Cristo. Mas a resposta é mais simples do que a gente imagina: estamos tão fartos de tudo que já nem precisamos tanto de Jesus!
Desde os cultos – cada vez mais personalistas, girando em torno de figurões “apóstolos”, “bispos” e outros megalomaníacos camuflados -, até os cultos-shows que causam a impressão de que o que menos importa em um culto é Jesus: Tem que ter gente graúda, muitos efeitos especiais, barulho de equipamentos super potentes e aparelhos de imagem de última geração.
Mas, não o aspecto dos movimentos em nossos cultos e demais dinâmicas eclesiásticas me convencem de que o cristianismo em nossos dias tem de tudo, menos do próprio Cristo. O próprio testemunho dos crentes em nossos dias demonstra que é cada vez mais raro notar traços do Filho de Deus em suas vidas. Não rara vezes nos deparamos e convivemos com cristãos nominais, que em nada representam a mensagem do Evangelho, que em nada representam Cristo.
Lembrei-me de Atos 11.26, quando “em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos”. Por que eles foram chamados de cristãos? Com certeza não foi por serem prósperos, ricos ou seguidores de uma doutrina triunfalista (como as pregadas pela Universal, Renascer, Internacional da Graça e outras tão sem graça como estas). Eles foram chamados de cristãos por que se pareciam com Cristo, por que lembravam Cristo em seus atos, ué! Simples assim...
Nem mesmo as pregações modernas escapam da minha crítica. Muitos pregadores modernos parecem mais animadores de público do que qualquer outra coisa. Suas pregações têm de tudo um pouco, mas quase nada de Cristo. Falam sobre viagens, conquistas pessoais, aventuras e experiências vividas, hobbies e um monte de outras coisas sem nenhuma relevância, mas da mensagem do Cristo que veio para salvar o pecador nada!
Que lástima saber que os pregadores modernos são incapazes de pregar sobre o Cristo e Sua Obra!
Que lástima saber que os pregadores modernos são incapazes de pregar sobre o Cristo e Sua Obra!
Há também pregadores metidos a besta que gostam de exibir belas oratórias para impressionar as plateias. Pobres coitados que até podem encher os ouvidos de suas audiências de informações, mas de Cristo que é bom, nada!
Não posso deixar escapar o comentário sobre o esforço que todos os grandes ministérios atualmente estão empregando para construir palácios faraônicos – grandes catedrais na mioria das vezes sem nenhuma utilidade e expressão comunitária ou funcional – cada um quer mostrar para o outro seu poder financeiro, que é uma vaidade fútil.
Na minha humilde opinião os templos gigantes são uma maldição para a igreja moderna, visto que são gastos milhões de dólares para erguer estruturas fadadas à corrupção e à destruição (em outras palavras: dízimos, ofertas e outras arrecadações gastos vaidosamente, no mínimo!), enquanto milhões de pessoas ainda permanecem sem conhecer o Evangelho do Cristo que, por sua vez, não está nem aí para investimentos imobiliários milionários.
Para mim, as mega construções dos templos atuais são verdadeiros monumentos a este cristianismo cheio de formas, repleto de estruturas e carregado de símbolos, mas esvaziado de essência, pobre de amor e sem nada de Cristo mesmo! - pr Aécio (PUBLICADO ORIGINALMENTE NO PÚLPITO VIRTUAL)
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
COLHENDO O QUE PLANTOU
"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará." - Gálatas 6.7
FONTE: GENIZAHA seguir, a reportagem do Fausto Macedo para o - O Estado de S.Paulo:
O Ministério Público Federal estuda requerer a cassação da imunidade tributária da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), cujo fundador, bispo Edir Macedo, foi denunciado criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e estelionato. Em ofício à área cível do MPF em São Paulo, o procurador da República Silvio Luís Martins de Oliveira solicitou análise da medida que poderá levar a Universal a perder a exoneração fiscal.
Macedo. MPF cita 'agressiva política arrecadatória' da igreja
O argumento principal é a "agressiva política arrecadatória" da Universal, que teria se tornado entidade religiosa com fins lucrativos - e o suposto enriquecimento ilícito de seus dirigentes por meio do desvio de recursos doados pelos fiéis. O procurador anexou cópia da acusação criminal que fez contra Macedo - a quem atribui o papel de "organizador das atividades criminosas" e "mentor da política criminosa da Universal".
No período de quatro anos (de 2003 a 2006), as doações declaradas pela Iurd à Receita atingiram R$ 5 bilhões. "No entanto, pelo que consta nos autos, embora goze de imunidade tributária, nem toda receita da Iurd é devidamente declarada ao Fisco", assinala a procuradoria. "A Iurd parece aplicar junto à Fazenda Pública uma política que, nos moldes da que prega aos seus fiéis, também pode ser caracterizada como "dizimista": declara à Receita apenas parte do que efetivamente arrecada."
O procurador denunciou Macedo por quadrilha e falsidade ideológica, além de evasão e lavagem na forma de organização criminosa, de acordo com a Convenção de Palermo, ratificada pelo Brasil em 2004. São acusados outros integrantes da cúpula da igreja - a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa, o ex-deputado federal João Batista Ramos da Silva e o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição. A denúncia foi distribuída para a 2.ª Vara Criminal Federal.
O estelionato, segundo o MPF, ficou caracterizado quando Macedo e seus aliados "obtiveram de pessoas desesperadas, psicologicamente debilitadas ou movidas pela fé e/ou ambição, vantagens econômicas indevidas consistentes nas contribuições de centenas de milhares de fiéis, mediante artifício caracterizado pelo oferecimento de falsas promessas e ameaças de que o socorro espiritual e econômico somente alcançaria aqueles que se sacrificassem economicamente pela Igreja".
O procurador sustenta que o grupo violou o artigo 22 da Lei 7492/86 (Colarinho Branco) "ao manter depósitos em diversas contas correntes em instituições financeiras no exterior sem declará-los às autoridades brasileiras". O MPF aponta a Diskline Câmbio e Turismo Ltda. como executora das remessas. Segundo a procuradoria, três sócios da Diskline - Luiz Augusto Cunha Ribeiro, Cristiana Marini Rodrigues da Cunha Brito e Marcelo Birmarcker - "descreveram em detalhes as operações realizadas pela Iurd".
Segundo o MPF, entre 1991 e 1992, a IURD criou duas offshores no exterior, a Investholding, nas Ilhas Cayman, e a Cableinvest, em Jersey, notórios paraísos fiscais. Os denunciados teriam dissimulado a origem e a propriedade de valores "provenientes do delito de estelionato praticado por organização criminosa, por meio da remessa de valores ao exterior". A denúncia diz que "seguindo orientações da direção da Iurd, liderada por Macedo e João Batista, seu presidente no Brasil, os pregadores valem-se da fé, do desespero ou da ambição dos fiéis para lhes venderem a ideia de que Deus e Jesus Cristo apenas olham pelos que contribuem financeiramente com a Igreja e que a contrapartida de prosperidade espiritual ou econômica que buscam depende exclusivamente da quantidade de bens que entregam à Iurd".
EU TE AMO, IRMÃO, MAS NÃO ME CONTRARIE!
Falar do coração (e francamente) é muito mais difícil do que falar por conveniência ou querer simplesmente tratar de amenidades. Escolhi a primeira opção, mas só depois tive a consciência de que seria missão quase impossível falar, pregar ou mesmo escrever sobre posições ou opiniões ditas “polêmicas” ou fora dos daqueles padrões que a gente considera evangelicamente aceitos. Mas, até quando vamos tentar tapar o sol com a peneira querendo provar que somos um povo perfeito e que não precisamos de uns chacoalhões, pra ver se ao menos melhoramos no que tange à prática da fé que professamos?
Não há como negar que há muita coisa errada entre nós, e que não adianta querermos rechear nossas explicações com o enjoativo evangeliquês ou com teologiazinha de comadre! Há muita coisa podre em nosso meio e pronto! Há muita gente fingida, grosseira, mentirosa, traiçoeira, hipócrita, etc., em nosso meio, e não se discute o caso...
Há muita confusão no entendimento da mensagem de Jesus que resulta numa prática religiosa que na maioria das vezes se parece com tudo, menos com Cristianismo. Esta afirmação baseia-se na premissa de que não adianta um indivíduo dizer que tem Cristo no coração, se ele não tem o coração de Cristo – é como querer plantar bananeiras na Antártida. Da mesma forma, crer no Cristo que deu a vida por todos, mas não querer dar uma fração da nossa vida em favor de alguém é presunção.
Nós, cristãos evangélicos, somos viciados (se incomodar “viciados”, pode trocar por condicionados) em chavões e comportamentos aprendidos, inculcados de maneira repetitiva através das pregações ou de estudos bíblicos durante anos e anos. Nestas pregações e ensinos somos “doutrinados”, por exemplo, a amar as pessoas. Então, mesmo sem a gente entender muito bem o que é esta “coisa” de amar a alguém que nunca vimos, com quem que não temos nenhum vínculo ou afinidade, nos condicionamos ao chavão “temos que amar como Jesus amou” e aí dizemos: “Eu te amo meu irmão, com o amor de Jesus!”.
Mas, amar como Jesus amou não é como apertar um botãozinho do microondas, escolher a opção “ame como Jesus”, esperar trinta segundos e “pííííí”, estamos prontos para dar a vida pelo ilustre desconhecido que ficou do nosso lado no culto do domingo!
Amar como Jesus não é um exercício mental, nem a obediência cega a um mandamento, ou mesmo um dever que a gente cumpre para não se sentir culpado.
Amar como Jesus requer maturidade espiritual – meninos na fé, carnais, são incapazes de amar assim.
Amar como Jesus exige que a velha natureza tenha sido crucificada – pessoas não transformadas usam e abusam do amor como se fosse uma recompensa que se dá e que se recebe, mas quem foi transformado sabe que amar com Jesus é “graça pura”!
Amar como Jesus não se aprende na Escola Dominical, acontece quando somos capazes de enxergar nossa própria miserabilidade na miséria alheia – muitos crentes acham difícil amar pessoas que os contrariam, mas se esquecem de que éramos inimigos de Deus, mas mesmo assim Ele nos amou. – pr Aécio
terça-feira, 13 de setembro de 2011
ENQUANTO ISSO…
Enquanto nos debatemos em nossas (muitas vezes) estúpidas discussões teológicas e doutrinárias, milhões partem para a eternidade sem nunca ouvir acerca da sabedoria de Deus revelada para a salvação do homem, Jesus Cristo.
Enquanto nos digladiamos em nossas "arenas", que chamamos carinhosamente de igrejas locais ou congregações, milhões morrem de fome todos os dias. Só na Somália, 700 mil delas – em sua grande maioria crianças – perecerão nos próximos meses por não terem o direito sagrado de comer sequer um prato de arroz. Mas nós desperdiçamos dinheiro no McDonald’s e praticamos um pecado tão terrível como a feitiçaria ou prostituição em churrascadas e pizzarias, a glutonaria.
Enquanto desfilamos em marchas e fazemos movimentos que mais disputam números estatísticos com outros movimentos seculares; enquanto lotamos casas de shows para a gravação de novos DVDs, o Movimento de Missões começa a perder velocidade, dá sinais de enfraquecimento e paralização. Não poupamos para quando nas grandes produções artísticas, mas vergonhosamente ofertamos míseros trocados para missionários.
Enquanto construímos grandes monumentos que, quando muito, mudam a cara e a paisagem urbanas, as casas que poderiam ser edificadas para habitação de Deus – homens, mulheres, crianças e velhos – continuam em ruínas, destruídos pelo pecado, ignorando as verdades do Evangelho da Salvação.
Enquanto nos divertimos em retiros de lazer, nas festas de aniversários de nossas igrejas, em congressos exibicionistas e outros eventos que enchem nossos olhos e estômagos, milhões de desterrados clamam amargamente por causa das catástrofes e guerra; choram seus mortos e lamentam suas desgraças.
Enquanto gastamos milhões na produção e consumos de literaturas de autoajuda e confissão positiva – que em sua em sua grande maioria representam um monte de lixo – milhares de povos, com idiomas e dialetos distintos, ainda não possuem um único versículo bíblico traduzido.
Enquanto decidimos entre a compra de um carro importado ou nacional; ou planejamos se viajamos para o Nordeste brasileiro ou para o exterior, milhões, em razão de nossa covardia, não terão a oportunidade de escolher entre céu ou inferno.
Enquanto você fica indignado (à favor ou contra) por causa do teor desta mensagem saiba que Deus está tremendamente indignado com sua inércia, sua rebelião e desobediência. Deus está zangado com você que gasta muito tempo com futilidades, e nenhum período intercedendo pelos povos da terra; Ele reprova sua volúpia por consumir superfluidades e recusa em ofertar para missões. Ele detesta sua resistência em não aceitar o chamado para ser um fiel representante do Reino onde quer que esteja, ou pra onde quer que Ele te envie! – pr Aécio
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
CADÊ O PASTOR?
No próximo domingo, às 09hs, o pastor Aécio é o primeiro a ministrar no ciclo de seminários da Igreja Unida de São Mateus, liderada pelo Pr Maurício Freitas. Os temas e abordagens terão como eixo principal três perguntas intrigantes: Como você vê a igreja? Como Deus vê a igreja? Qual a nossa missão na igreja?
Todas as informações para chegar ao evento estão no cartaz abaixo!
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AGENDA DA SEMANA - 12/09 A 18/09/2011
A semana começa quente e termina fervendo na Ibero... Nos encontros de ministérios nesta segundona, à EBD e Culto da Família no domingo tudo fica perfeito!
domingo, 11 de setembro de 2011
MAIS DE MISSÕES
Grande seara ainda requer muitos ceifadores
Apesar do trabalho intenso de igrejas e agências, o número de missionários cristãos no mundo é pequeno para a grande demanda de evangelismo
É muito comum encontrar opiniões contrárias quando se fala em missões no mundo. Há pessoas que focalizam as condições missionárias de acordo com o seu próprio país e, muito superficialmente, acompanham as notícias através dos meios de comunicação. Esse primeiro grupo pode achar que, no mundo inteiro, missões é algo que flui naturalmente. Outros estão mais inseridos no contexto de missões transculturais e são pessoas mais participativas, por isso recebem notícias mais concretas e detalhadas. Esse segundo grupo pode estar mais preocupado com as pessoas que ainda não foram evangelizadas, mas não percebem que em seu próprio país, um exército de desviados está morrendo sem salvação. O que está acontecendo com “Missões”?
Que a verdade seja dita - Há um grande número de igrejas espalhadas pelo mundo e de pessoas que se denominam cristãs, mas não fazem nada pelo Evangelho. Diferente do primeiro século de nossa era, quando a igreja cristã inaugurou o movimento de missões, e os discípulos eram revestidos de poder. “Nesses tempos, o ide de Jesus era realmente atendido, mesmo em meio a tantas dificuldades, hoje em dia o processo é lento, embora a igreja tenha todas as facilidades e condições para realizar um evangelismo de maior potência”, observa Antonio Carlos Orbaneça, pastor e vice-presidente da Igreja Assembléia de Deus, em Santo André. De acordo com David B. Barrett, um dos maiores pesquisadores cristãos do mundo, há muita gente morrendo sem conhecer Jesus. “Em média, 31.100.000 por ano; o equivalente a 85.205 por dia; especificamente 3.550 por hora; ou 59 por minuto; uma realidade de 1 ser humano morrendo sem Jesus a cada segundo!”. Do ponto de vista da progressão estatística, o número de evangélicos cresce a cada dia, o que deveria diminuir esse número assustador de pessoas que morrem sem a salvação. Mas nem todos que se denominam cristãos vivem no aspecto essencialmente bíblico, ou seja, muitos não praticam o que está na Bíblia, e a pior notícia é que a maioria não lê a Bíblia da forma como deveria. “Os crentes modernos não buscam na Bíblia o que ela proclama. Há uma necessidade premente de que os crentes do nosso século relacionem-se com as coisas de Deus e não com o deus das coisas. Assim sendo, todo conhecimento que se busca das Escrituras é direcionado ao que se possa reivindicar do Senhor para, a partir daí, colocar Deus na parede, usando, obviamente, a própria Palavra Dele como escudo” observa o professor de teologia sistemática do Instituto Betel, Alberto Felske. O outro lado da moeda mostra que os leitores mais proeminentes se aproveitam desse conhecimento mais complexo para destacar a soberba e não a humildade que Jesus praticou, enquanto esteve entre nós. Felske explica: “Os mais ortodoxos tentam extrair da Palavra um conhecimento superficial, baseando-se em curiosidades bíblicas, para tentar mostrar aos menos esclarecidos a amplitude dos seus conhecimentos em suas pregações e chegam a ser chatos e até hilários, pondo em dúvida, muitas vezes, a lisura da propagação da Palavra” alerta o professor.
Existe ainda um outro tipo de crente leitor que, no ponto de vista de Felske, pode ser um pouco mais prejudicial ao bom andamento do cristianismo. “São aqueles que decoram uma infinidade de versículos bíblicos, alguns isolados do seu contexto para depois arrotarem um conhecimento que não passa de teórico; surgem então as doutrinas sem base hermenêutica, que levam ao surgimento das heresias modernas e aumenta o número de prosélitos. E desaparece o amor, a simplicidade e a consciência sobre o “ide” de Jesus. Isso prejudica consideravelmente o caráter missionário da igreja”. Conclui Felske, que também é pastor titular da Igreja Batista Renovada Fonte de Vida, em São Bernardo do Campo – SP e membro da Ormiban – Ordem dos Ministros Batistas Nacionais.
Realidade - É difícil de estabelecer uma estatística totalmente confiável quando estamos lidando com uma população mundial de 6,7 bilhões (ONU), dentro de um planeta que tem 510 milhões de quilômetros quadrados, cerca de 192 países e abordando um tema que, literalmente, se move a cada dia. Mas existe um trabalho sério no Brasil, por parte de pesquisadores e agências missionárias, que fornecem dados através de gráficos que ilustram o crescimento mundial do cristianismo dos últimos tempos. Um bom exemplo disso é a Sepal – Servindo aos Pastores e Líderes, que disponibiliza o site Infobrasil (www.infobrasil.org.br). “Nosso sonho é ver uma Igreja saudável, ao alcance de todos, que possa levar o Evangelho de Jesus Cristo ao mundo todo. Com este alvo, estamos especialmente empenhados em fornecer treinamentos e materiais que auxiliem a liderança da Igreja a ministrar bíblica e fielmente”. Essa é a convicção do diretor da Sepal, Josué Campanhã. No mesmo pensamento, o pastor Silas Tostes, presidente da AMTB – Associação de Missões Transculturais Brasileiras, acredita no trabalho das agências missionárias do Brasil. “Essas agências existem para ajudar e direcionar igrejas e missionários. Já a AMTB é o guarda-chuva interdenominacional que permite que essas agências realizem juntas alguns projetos, consultas e congressos. A AMTB tem um padrão de qualidade, que indica o nível mínimo para o trabalho de despertamento, treinamento e envio de missionários” diz. O gráfico1, disponível no site da infobrasil, mostra como Barret dividiu o mundo em três e analisou quantos são os cristãos verdadeiros (mundo C), quantas pessoas receberam o Evangelho e o rejeitaram (mundo B) e quantos necessitam de missionários entre eles, que possam fazer a apresentação de Jesus Cristo (mundo A). De acordo com o gráfico, somente um terço do mundo pode sonhar com o céu.
Os Mundos A, B e C (Definições)
Realidade - É difícil de estabelecer uma estatística totalmente confiável quando estamos lidando com uma população mundial de 6,7 bilhões (ONU), dentro de um planeta que tem 510 milhões de quilômetros quadrados, cerca de 192 países e abordando um tema que, literalmente, se move a cada dia. Mas existe um trabalho sério no Brasil, por parte de pesquisadores e agências missionárias, que fornecem dados através de gráficos que ilustram o crescimento mundial do cristianismo dos últimos tempos. Um bom exemplo disso é a Sepal – Servindo aos Pastores e Líderes, que disponibiliza o site Infobrasil (www.infobrasil.org.br). “Nosso sonho é ver uma Igreja saudável, ao alcance de todos, que possa levar o Evangelho de Jesus Cristo ao mundo todo. Com este alvo, estamos especialmente empenhados em fornecer treinamentos e materiais que auxiliem a liderança da Igreja a ministrar bíblica e fielmente”. Essa é a convicção do diretor da Sepal, Josué Campanhã. No mesmo pensamento, o pastor Silas Tostes, presidente da AMTB – Associação de Missões Transculturais Brasileiras, acredita no trabalho das agências missionárias do Brasil. “Essas agências existem para ajudar e direcionar igrejas e missionários. Já a AMTB é o guarda-chuva interdenominacional que permite que essas agências realizem juntas alguns projetos, consultas e congressos. A AMTB tem um padrão de qualidade, que indica o nível mínimo para o trabalho de despertamento, treinamento e envio de missionários” diz. O gráfico1, disponível no site da infobrasil, mostra como Barret dividiu o mundo em três e analisou quantos são os cristãos verdadeiros (mundo C), quantas pessoas receberam o Evangelho e o rejeitaram (mundo B) e quantos necessitam de missionários entre eles, que possam fazer a apresentação de Jesus Cristo (mundo A). De acordo com o gráfico, somente um terço do mundo pode sonhar com o céu.
Os Mundos A, B e C (Definições)
Mundo A: o mundo não evangelizado se refere às pessoas que nunca ouviram o evangelho ou não o compreendem o suficiente para atomar uma atitude inteligente.
Mundo B: o mundo evangelizado, porém não-cristão, se refere àqueles que já ouviram o evangelho o suficiente para compreendê-lo, mas o rejeitaram.
Mundo C: o mundo cristão se refere
aos que se dizem “cristãos”, incluindo os nominais, católicos, ortodoxos, etc.
Países missionários – Cristãos que vivem a realidade do Evangelho levam a sério essa ordem: ide e fazei discípulos de todas as nações. Antigamente, os europeus enviavam a maioria dos missionários, hoje em dia são os EUA. Mas a grande surpresa é essa: Ásia e Índia enviam muitos missionários dentro de seus próprios países, aos povos não alcançados. Na Ásia quem mais envia missionários para fora do país é a Coréia do Sul. E na América do Sul, somos nós, os brasileiros, que enviamos mais missionários para evangelizar o mundo, segundo a Sepal. “Há um grande número de missionários brasileiros servindo dentro da Janela 10-40, que é aquela área que se estende do leste da África ao leste da Ásia, de 10 a 40 graus ao norte da Linha do Equador, onde vivem a maioria dos povos não alcançados. Essa área é de muita resistência espiritual onde dominam as religiões mais hostis ao evangelho: o islamismo, o hinduismo e o budismo. Já contamos com 20% dos missionários brasileiros trabalhando por lá” explica Mércia Carvalhaes, secretária do Departamento de Pesquisas da Sepal. Embora a estatística seja positiva em relação aos anos anteriores, Orbaneça observa que poderia ser ainda melhor. “Missões não é um departamento priorizado em todas as igrejas, algumas preferem manter o status e investem muito mais no conforto do templo do que no sustento dos missionários, e um dos motivos para que isso aconteça é a falta de espiritualidade, que induz à secularização da igreja e isso gera má vontade para administrar os projetos que realmente importam para Deus” conclui. ’
Quadro: Para onde os missionários são enviados:
Países missionários – Cristãos que vivem a realidade do Evangelho levam a sério essa ordem: ide e fazei discípulos de todas as nações. Antigamente, os europeus enviavam a maioria dos missionários, hoje em dia são os EUA. Mas a grande surpresa é essa: Ásia e Índia enviam muitos missionários dentro de seus próprios países, aos povos não alcançados. Na Ásia quem mais envia missionários para fora do país é a Coréia do Sul. E na América do Sul, somos nós, os brasileiros, que enviamos mais missionários para evangelizar o mundo, segundo a Sepal. “Há um grande número de missionários brasileiros servindo dentro da Janela 10-40, que é aquela área que se estende do leste da África ao leste da Ásia, de 10 a 40 graus ao norte da Linha do Equador, onde vivem a maioria dos povos não alcançados. Essa área é de muita resistência espiritual onde dominam as religiões mais hostis ao evangelho: o islamismo, o hinduismo e o budismo. Já contamos com 20% dos missionários brasileiros trabalhando por lá” explica Mércia Carvalhaes, secretária do Departamento de Pesquisas da Sepal. Embora a estatística seja positiva em relação aos anos anteriores, Orbaneça observa que poderia ser ainda melhor. “Missões não é um departamento priorizado em todas as igrejas, algumas preferem manter o status e investem muito mais no conforto do templo do que no sustento dos missionários, e um dos motivos para que isso aconteça é a falta de espiritualidade, que induz à secularização da igreja e isso gera má vontade para administrar os projetos que realmente importam para Deus” conclui. ’
Quadro: Para onde os missionários são enviados:
É uma tendência forte e crescente. Hoje, cerca de 3.195 brasileiros estão trabalhando transculturalmente ao redor do mundo. O Espírito de Deus parece estar soprando, e cada vez mais as igrejas brasileiras estão içando as velas e entrando neste novo movimento missionário brasileiro”, constata a Sepal. Mas ainda não é suficiente. “Apesar de muitos missionários atuando dentro do Brasil, sem barreiras transculturais, o número de missionários transculturais é bem inexpressivo diante do tamanho da Igreja Evangélica no Brasil, o que indica que as Igrejas Brasileiras estão falhando no cumprimento do mandamento do Senhor” lamenta Mércia.
Poderia ser melhor - o IDE de Jesus ainda não alcançou o coração da maioria dos crentes e embora as estatísticas apresentem números sempre em crescimento, eles ainda são tímidos diante do número daqueles que mor“em sem salvação e que se desviam. Ao longo dos quase 50 anos que tenho como cristão, pude observar grandes obreiros, com tremenda força de vontade, mas sem chamado missionário. Mesmo assim, sem preparo algum e sem unção, eles se lançaram no campo e, literalmente, afundaram seus ministérios” observa o pastor Alberto Felske. Para ele, essa realidade faz pensar que Deus tem um propósito com cada ser humano: alguns nasceram para fazer missões e outros para trabalhar na retaguarda, sustentando, dando apoio, administrando e orando por quem necessita trabalhar no campo. No entanto, o que se vê, segundo Felske, são missionários no casulo, e não-missionários que se aventuram,“pensando estar fazendo a obra de Deus. Quando não damos aos obreiros a possibilidade de um treinamento adequado, de acordo com cada chamado, tanto eles quanto a igreja terão como conseqüência, cristãos famintos e desmotivados ou, num outro extremo, obreiros medíocres que passarão a trabalhar como mercenários, buscando apenas a satisfação pessoal. É necessário que se diga que toda vocação precisa de preparação. É preciso compreender o salmista: "escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”, conclui.
Colaboradora da Revista Eclésia
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