"Minha opinião sobre a polêmica causada pela matéria veiculada na emissora do líder da seita IURD (a Record) quanto aquelas igrejas que aderiram ao 'movimento cai-cai', é que as práticas ali expostas são sim um tanto quanto bizarras, e que não se sustentam pela Bíblia. No entanto, bizarrices é o que não faltam nos cultos, doutrinas e práticas naquela que fez do sicretismo gospel uma prática quase UNIVERSAL!"
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
SEM RODEIOS
VALE A PENA LER DE NOVO
MISSÕES: O CAMINHO PARA O AVIVAMENTO

Constantemente ouço falar sobre avivamento e fico impressionado com o tamanho da ingorância de ministros e crentes comuns, dadas as definições e expectativas em relação ao assunto.
Há quem pense que avivamento é uma maneira diferente, revolucionária de adoração. Os adeptos da música gospel new wave, pensam que é um “mover extravagante” na forma do estilo horroroso “canto-choramingo” e ministrar (esta palavra [ministrar] está virando carne de segunda!) de modo a provocar experiência extras-sensoriais nas platéias em êxtase.
Alguns pentecostais, então, "viajam na maionese e piram da batatinha"! Basta a gente pronunciar a palavra avivamento num bom “marcosfelicianês”, dar três pulinhos pra lá e dois prá cá, caprichar numa pirueta e três rodadas daquelas que nos trariam fortes lembranças de Michael Jackson e pronto: "Tô avivado!"
Na visão dos fundamentalistas ou históricos (como queiram), o avivamento vem no bojo de um discurso mais sutil, mais filosófico: “É um retorno aos princípios elementares da palavra de Deus, acompanhado de sincera contrição e desejo intenso de santidade. É a retomada da vivência da Teologioa Reformada em sua essência e forma – Soli Deo Gloria”.
Para os neopentecostais, avivamento tem forma, cor e endereço: É barra de ouro! Está ao alcance da mão, basta determinar! Esta é a mentalidadee neopentecostal, tacanha e obtusa deposita que na conta dos megamilionários da fé a única perspectiva de vida para as igrejas, pois sem as bençãos liberadas pelas “palavras próféticas” e métodos mirabolantes (e duvidosos) de seus líderes megalomaníacos não há sucesso, muito menos avivamento.
A oportunidade de conviver e lidar com o meio missionário em boa parte de seus desdobramentos nos últimos 20 anos, me autoriza a dizer que não podemos chamar de avivamento, quaisquer movimentos desprovidos de ações missionárias efetivas e em todas as suas variante (intensa intercessão, abundante canalização de recursos e numerosas decisões de vocacionados ao campo, enviados e mantidos dignamente pelas igrejas locais). Esse pensamento, embora não seja compartilhado por boa parte da malha evangélica em nosso país não aconteceu por acaso, também não é fruto de nenhuma insatisfação com as concepções que, ironicamente, descrevi acima. É, sim, o resultado de estudos e pesquisas em livros e materiais sobre o assunto, e do que pude reter do que apredni com homens e mulheres comprometidos com missões; de experiências e observações colhidas ao longo deste tempo; da soma das visitas a vários campos, dentro e fora do Brasil; da participação de seminários, congressos, simpósios e afins; de ministrações em treinamentos transculturais; do trabalho voluntário em agências missionárias; de convivência com professores de missões; treinamento de candidatos a missões e a veteranos no campo e fora do campo e, sobretudo, das conclusões convicções originadas na leitura bíblica.
Ingressei no circuito missionário com ações locais tímidas, numa pequena congregação em que fui membro durante os cinco primeiros anos da minha conversão, enfrentando a oposição – acredite se quiser – do pastor, de obreiros e demais lideranças locais. Lembro-me que até mesmo um quadro de avisos que eu e um grupo de outros jovens amantes de missões adotamos, transformando-o em mural para expor informações, fotos e estatísticas missionárias, tornou-se alvo de críticas e retaliações – parece piada, mas não é! Com o tempo, após muita insistência conquistamos (eu e um grupo pequeno de amantes de missões) um reduzido espaço durante um culto dominical no mês até podermos realizar um culto inteiro durante a semana. Como não havia engajamento do pastorado, dos demais líderes da congregação e, conseqüentemente da membresia, não houve frutos satisfatórios. Fomos vencidos pelo cansaço, logo, tudo o que fizemos foi por água abaixo e a igreja perdeu uma grande oportunidade de sair do marasmo, no qual permanece até hoje. O detalhe lamentável é que esta igreja já conta com mais de meio século de existência e permanece numa espécie de ostracismo e inocuidade; não consegue nenhuma imersão na comunidade em que está inserida; não possui uma estrutura mínima que atenda o apelo missionário e muito menos um sistema de ensino que satisfaça a necessidade de preparo do povo para uma mentalidade de expansão e alcance missionário. Não bastasse toda esta conjunção de fatores, a sofrida igreja é mantida desde aquela época sob uma rígida e arcaica estrutura denominacional que engessa qualquer tentativa de crescimento.
Para que nenhum irmão mais exaltado peque achando que estou sendo ingrato, presunçoso ou aproveitando o espaço para tripudiar, declaro que dei o exemplo acima não para desmerecer, expor ou ridicularizar a igreja que me acolheu nos primeiros anos de vida cristã, reconhecendo que, embora meu relato seja lamentável e frustrante, não é um fato isolado ou exclusivo. Infelizmente é a regra vivenciada pela enorme fatia do bolo de igrejas locais espalhadas em quase todo o território brasileiro, quiça do planeta.
Para quem é leigo no assunto, ainda existem milhares de etnias não alcançadas, várias línguas sem a tradução de nenhuma porção da Bíblia e enormes blocos religiosos e sistemas políticos que resistem e impedem o avanço do Evangelho. Avivamento de verdade só existe quando a gente vê a Igreja, representada nas milhões de igrejas locais empenhada com muito mais intensidade nas ações missionárias reais – simultâneamente nos âmbitos locais, regionais e transculturais. Investindo a maior parte de sua arrecadação financeira em tarefas que visem o alcance dos não-alcançados; mobilizando-se em atividades de intercessão sistemática; disponibilizando, treinando e enviando muito mais mão de obra para os campos necessitados – pr Aécio
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
RESILIÊNCIA
Competência Necessária
By: Adilson Romualdo NevesFONTE: INSTITUTO JETRO
Resiliência é a competência do momento nas organizações. Da alta direção até o mais simples colaborador, as notícias da moda são aquelas que envolvem essa questão. Porém, se você for procurar no dicionário, o termo está descrito com foco na Física.
O termo resiliência provém do latim, do verbo resilire, que significa "voltar para trás" ou "voltar ao estado natural". Historicamente, a noção de resiliência foi primeiramente utilizada pela Física e pela Engenharia, que entendia que a palavra significava "propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica".
A área de Gestão de Pessoas tomou emprestada da Física o termo resiliência(capacidade dos materiais de resistirem aos choques) e redefiniu seu significado: a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas no mundo corporativo. A característica dos gestores ou colaboradores resilientes, capazes de vencer as dificuldades e os obstáculos por mais fortes e traumáticos que sejam.
Índice de Resiliência
O tema faz parte do mundo corporativo a ponto de existir o Questionário do Índice de Resiliência. Uma escala que mensura sete fatores que constituem a resiliência. O escore final é medido e este resultado permite um acompanhamento de melhoria da performance de resiliência das pessoas. Um método muito utilizado em Coaching.
1. Administração das emoções: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;
2. Controle dos impulsos: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;
3. Otimismo: a habilidade de ter a firme convicção de que as situações ou adversidades, por piores que sejam, podem mudar com a esperança de um futuro melhor;
4. Análise do ambiente: a habilidade de identificar as causas dos problemas e das adversidades;
5. Empatia: a habilidade de ler os estados emocionais e psicológicos das pessoas;
6. Auto-eficácia: habilidade de ser eficaz nas ações, mantendo a integridade;
7. Alcance de pessoas: habilidade de conectar proativamente a outras pessoas de modo a viabilizar soluções para as adversidades da vida.
Pesquisas conduzidas por Havard nos Estados Unidos indicam que um Gestor passa pela média de 23 adversidades por dia, razão pela qual o índice de resiliência ser fator fundamental para transformação das barreiras em oportunidades e resultados. Outro ponto que deve ser muito considerado é a constatação de que 80% das competências podem ser perdidas diante das situações adversas, em especial em tempos de mudanças organizacionais.
Resiliência e competências de gestão
1. Administração das emoções: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;
2. Controle dos impulsos: a habilidade de nao agir impulsivamente e a capacidade de mediar os impulsos e as emoções;
3. Otimismo: a habilidade de ter a firme convicção de que as situações ou adversidades, por piores que sejam, podem mudar com a esperança de um futuro melhor;
4. Análise do ambiente: a habilidade de identificar as causas dos problemas e das adversidades;
5. Empatia: a habilidade de ler os estados emocionais e psicológicos das pessoas;
6. Auto-eficácia: habilidade de ser eficaz nas ações, mantendo a integridade;
7. Alcance de pessoas: habilidade de conectar proativamente a outras pessoas de modo a viabilizar soluções para as adversidades da vida.
Pesquisas conduzidas por Havard nos Estados Unidos indicam que um Gestor passa pela média de 23 adversidades por dia, razão pela qual o índice de resiliência ser fator fundamental para transformação das barreiras em oportunidades e resultados. Outro ponto que deve ser muito considerado é a constatação de que 80% das competências podem ser perdidas diante das situações adversas, em especial em tempos de mudanças organizacionais.
Resiliência e competências de gestão
Dentro da ótica de resultados, a resiliência pode ajudar no desenvolvimento de competências de gestão:
Resistência: Essa é a habilidade de manter o foco na luta para a superação das dificuldades. A persistência é um caminho fundamental para ajudar o Gestor a encarar as situações adversas; tomar decisões necessárias, ainda que impopulares; aprender com cada etapa para adquirir massa de conhecimento.
Durabilidade: Essa habilidade é capaz de nos ensinar que crises, infortúnios, dificuldades e intempéries tem uma duração temporal capaz de tirar o Gestor da zona de conforto para um comportamento proativo.
Controle: A habilidade de compreender a natureza humana e manter uma visão positiva diante das dificuldades.
Responsabilidade: A habilidade de ser consciente diante de todas as situações, agindo com responsabilidade, independente do tamanho da crise.
Em um mundo corporativo/associativo o gestor de sucesso precisa ser tolerante às mudanças comuns no ambiente das organizações públicas, privadas e de Terceiro Setor. Deve ter consciência de que ninguém é resiliente sozinho, embora a resiliência seja íntima e pessoal.
Resistência: Essa é a habilidade de manter o foco na luta para a superação das dificuldades. A persistência é um caminho fundamental para ajudar o Gestor a encarar as situações adversas; tomar decisões necessárias, ainda que impopulares; aprender com cada etapa para adquirir massa de conhecimento.
Durabilidade: Essa habilidade é capaz de nos ensinar que crises, infortúnios, dificuldades e intempéries tem uma duração temporal capaz de tirar o Gestor da zona de conforto para um comportamento proativo.
Controle: A habilidade de compreender a natureza humana e manter uma visão positiva diante das dificuldades.
Responsabilidade: A habilidade de ser consciente diante de todas as situações, agindo com responsabilidade, independente do tamanho da crise.
Em um mundo corporativo/associativo o gestor de sucesso precisa ser tolerante às mudanças comuns no ambiente das organizações públicas, privadas e de Terceiro Setor. Deve ter consciência de que ninguém é resiliente sozinho, embora a resiliência seja íntima e pessoal.
Um dos fatores de maior importância é o apoio e o acolhimento, feito em geral por um outro indivíduo, e essencial para o salto qualitativo que se dá. Nesse ponto, as características Coach surtem grandes efeitos para o colaborador que precisa desenvolver essa competência.
* Texto baseado em leituras, em especial do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente.
* Texto baseado em leituras, em especial do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
CuspINDO NO PRATO QUE COMEU
![]() |
| ESTA FOTO RETRATA BEM O " ESPÍRITO DA COISA" |
As manifestações desordenadas e violentas protagonizadas por uma minoria de alunos revoltados sem causa da USP representam, para mim, o regurgitar de uma geração que luta por ideais cada vez mais egoístas e hedonistas. Na verdade o que eles chamam de “causa”, é o efeito de suas incontingências – o efeito bumerangue dos comportamentos virulentos fomentados por um suposto direito de abusar do direito alheio; de desafiar autoridades e posicionar-se autoritariamente sobre toda e qualquer autoridade – calculo que a grande maioria dos alunos (e da sociedade) ou foi indiferente a estes supostos protestos ou, então, totalmente contrária ao barulho que nem eco teve.
Não há reivindicações solidárias. Nada de altruísmo, nenhum argumento relevante ou convincente – mesmo aqueles “motivos” anunciados pelos canais de mídia são insuficientes para tamanha baderna patrocinada pelos discentes.
Assistir às deploráveis cenas de agressões a profissionais da imprensa; escutar as ofensas com palavras de baixo calão e ver as fotos estampadas nos jornais e sites com os resultados de suas ações no mínimo marginais – típicas daquelas que a gente só vê em rebeliões ou invasões – provocam em nós uma montanha russa de sentimentos que vão da raiva ao medo.
Raiva por saber que muitos riquinhos mimados estão ali certos de que estão acima do bem e do mal; raiva por saber que movimentos políticos infernais vão tirar o máximo proveito nas próximas eleições destes episódios estapafúrdios e raiva por presumir que (houve e) haverá mais tolerância para com os bagunceiros da USP do que com bombeiros que faziam justas reivindicações recentemente no Rio.
Já o medo, é o de nosso país futuramente cair nas mãos de pessoas que vão pra um lugar sob os auspícios do Estado, com a missão de se prepararem para transformar o mundo à sua volta e, a julgar pelos comportamentos que resultaram em estragos, danos e prejuízos que realizaram neste período, poderão deixa-lo um pouco pior do que já é.
O alívio vem quando me lembro de que estamos tratando aqui de uma inconsequente minoria... Graças a Deus! – pr Aécio
MISSÕES - DA EUFORIA À FRUSTRAÇÃO
Em razão da proximidade da nossa Conferência Missionária tenho pensado quase que diuturnamente sobre assuntos relacionados a missões e , confesso, tenho sido tomado por um misto de euforia e frustração. Euforia por se tratar de um tema que há mais de duas décadas faz parte da minha vida, que realmente dá sentido e ânimo na minha caminhada – para mim, qualquer expressão de cristianismo sem o mínimo conteúdo missionário é como pastel sem recheio.
Quanto à frustração, se dá pela mórbida e intrigante certeza de que para a grande massa, a grande maioria, tudo vai continuar igual! Como gostaria que fosse diferente disto, que estivesse totalmente enganado! Mas tem sido assim e, pelo jeito, vai continuar assim por muito tempo! As igrejas e os crentes modernos são altamente resistentes a missões... É como se fosse uma grande conspiração contra a Suprema Tarefa da Igreja! Uma gigantesca conspiração, onde, sem muito esforço a gente pode observar muitos comportamentos nada missionários. Não sei quanto aos leitores, mas existem algumas coisas que vejo e que me incomodam, as quais passo a descrever a seguir.
Vejo movimentos “gospel” com cara de oba-oba inútil por aí abarrotados de gente disputando ingressos e lugares, mas não observo a mesma gana quando o assunto é missões!
Vejo os tais “encontros” bestas que levam milhares de crentes ao encontro de tudo que dão prazer imediato, porém, ineficazes e incapazes de leva-los a um encontro real com Deus e ao encontro daqueles que estarão pra sempre perdidos se não forem tocados por nossas orações, palavras e testemunho!
Vejo muitos programas, shows e demais atrações inúteis voltados para o mero entretenimento e diversão de crentes que deveriam se dedicar um pouco mais para clamar, chorar e gemer diante de Deus por aqueles que ainda estão debaixo do jugo de Satanás, dominados em culturas milenares, vítimas de costumes diabólicos , amarrados por tradições absurdas e enganados por religiões e filosofias hostis.
Vejo também tantos seminários banais que destilam repetecos de coisas ultrapassadas, muitas vezes disfarçadas em discursos novidadescos, rebuscados e maquiados pela utilização dos recursos de mídia.
Vejo um número crescente de pessoas metidas a entendidas de missões, “mauricinhos” e “patricinhas” cheirando a biblioteca e a shopping center, metidos a experts em missões sem ter a mínima convicção, comprometimento e, o pior, sem a mínima experiência e preparo práticos em missões!
Vejo com pesar os burocratas e intelectuais desfilando nos Congressos requintados das estâncias e hotéis caríssimos, que gostam de posar pra fotos e vídeos que mais fazem propaganda deles mesmos do que das reais necessidades dos missionários e respectivos campos!
Vejo as muitas agências, instituições e organizações missionárias que mais parecem novas denominações ou extensões destas, que concentram renda e pessoas em bases e campos para “chover no molhado”, que não se ocupam em desbravar lugares inexplorados, que preferem se juntar a igrejas e grupos já estabelecidos em campos há muito evangelizados.
Vejo uma geração de pastores e líderes cegos de tudo, ou com visões paroquianas tão medíocres que reduzem o Reino a um 4X4 monótono, que alienam seus rebanhos das necessidades mundiais no que diz respeito aos povos ainda não alcançados, que reduzem a dinâmica do cristianismo a cultos, dízimos, ofertas e datas de calendário.
Aquele que vier a pensar que tudo o que escrevi até aqui é apenas o destilar de decepções e frustrações fique à vontade para usar deste direito, mas lembre-se que “o pior cego é aquele que não quer ver”. - pr Aécio
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
AGENDA DA SEMANA - 07/11 A 13/11/2011
Nesta semana teremos a maravilhosa CEIA DO SENHOR!
Lembre-se que todos os sábados, pela manhã, temos um maravilhoso encontro de oração às 09hs
Lembre-se que todos os sábados, pela manhã, temos um maravilhoso encontro de oração às 09hs
Já estamos na contagem regressiva para nosso
CONGRESSO MISSIONÁRIO...
Você não vai deixar passar em branco, vai?!
CONGRESSO MISSIONÁRIO...
Você não vai deixar passar em branco, vai?!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
CULTO DOS JOVENS
COM MÚSICA DA BOA, ADORAÇÃO E INTERAÇÃO!
JUNTA UMA GALERA E VEM PRA CÁ NESTE SÁBADO!
SAIBA COMO CHEGAR NA IBERO CLICANDO AQUI
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| É SÓ CLICAR QUE AUMENTA! |
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
METANÓIA GP
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