Translate

Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missões. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA 2016 NA IBERO IBERO

NÃO VENHA PRA ESTA CONFERÊNCIA ESPERANDO O QUE SEMPRE VIU POR AÍ!

AMA MISSÕES? VENHA!
NÃO ENTENDE OU NEM GOSTA TANTO ASSIM? VENHA DO MESMO JEITO!


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

CANSEI DE MUITAS COISAS DITAS "MISSIONÁRIAS"




Cansei de ver selfies em cenários estrangeiros que mais servem para inflar o ego de "aventureiros" do que para mostrar trabalhos missionários efetivos e com resultados mensuráveis, reais. Sim, elas, as fotos podem até ser interessantes e curiosas, porém, o que realmente importam são os FATOS, aquilo que verdadeiramente famílias, casais e solteiros estão realizando nos campos nos quais igrejas e cristãos estão investindo seu DINHEIRO, seu tempo de ORAÇÃO e demais recursos.

Cansei de Congressos caríssimos em hotéis ou lugares chiques, onde crente pobre "vê com os olhos e lambe com a testa"; onde preletores de elite falam de coisas que estão mais para exibicionismo retórico pragmático do que para preocupação real e/ou engajamento com a Causa do Evangelho nos lugares e povos mais necessitados da presença da Igreja.

Cansei de Conferências e eventos similares em igrejas locais cujos apelos não passam de mensagens repetitivas, fotos, peças, jograis, vídeos e Powerpoints apelativos só para cumprir agendas anuais.

Cansei de pastores e igrejas que não têm um centavo para investir em Missões, mas que não se intimidam em exibir gastos estratosféricos em festas "gospel" nababescas, retiros recreativos em locais luxuosos, além de investimentos em construções faraônicas e outras coisas fúteis e não tão necessárias.

Cansei de ver gente me procurando pra dizer que "tem um chamado missionário", mas o primeiro e mais importante chamado fica em segundo plano: o de ser discípulo - ao longo dos anos me deparei com muita gente "apaixonada" por missões na mesma proporção em que era apaixonada pelo mundo, suas ofertas e regalias.

Cansei de gente que percorre terra e mar em projetos missionários de temporada para depois fazerem uso dessas "experiências missionárias" como se fossem "salvadores de todos os povos perdidos" em enfadonhos relatos ou testemunhos.

Cansei de agências que existem para agenciar e promover executivos e tecnocratas, cujos projetos mirabolantes fazem das necessidades missionárias, bem como de aspirantes aos campos missionários meios, formas de angariarem fundos com o intuito de promoverem suas instituições a partir de igrejas e amantes de Missões.

Cansei de "emocionários" oportunistas que se autodenominam missionários - também conhecidos como “fogo de palha” –, que dizem “Deus mostrou ... Deus falou... Deus revelou”, mas que na primeira dificuldade transformam seus suposto sonhos, visões ou revelações missionários em pesadelos para pastores e igrejas inteiras. Será que ouviram a voz de Deus ou barulho de trem?

Cansei!... Apesar de tudo isso só cansei, não desisti e não desistirei daquilo que entendo como a SUPREMA TAREFA DA IGREJA e SUPREMA RESPONSABILIDADE DE TODO CRISTÃO!

Por fim minha gente, caso a presente mensagem alcance mais algum cansado como eu, apelo do fundo do meu coração: NÃO DESISTA!

Meu cansaço não me cegou, não me anulou e não me emburreceu. Ainda há muito gente boa por aí com inegável chamado e vocação missionários; ainda há muitos crentes sinceros que amam Missões; ainda há muitos teólogos engajados de fato; ainda há muitas igrejas e muitos pastores que fazem missões, e que seguram a corda como ninguém; ainda há muitas agências dignas de credibilidade; ainda há muitos Congressos e eventos similares críveis que merecem nosso respeito e que são dignos da gente aplaudir de pé!

Ah! Ia me esquecendo do mais importante: Há muitos perdidos mundo afora, muitos povos não alcançados esperando a mim e a você com cansaço e tudo! Então, VAMOS FAZER MISSÕES minha gente!!!

"Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor." - Isaías 40.28,29


pr Aécio

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O POVO IBERO-AMERICANO NO PLANO DE DEUS

FONTE: CACP


Talvez o leitor não saiba do grande destaque que a Península Ibérica (constituída por Espanha e Portugal) tem na Bíblia. Ela possui um papel de importância última no plano de Deus para a evangelização do mundo. Embora quase desconhecidas, estas observações são relevantes, especialmente frente ao Congresso Missio­nário Ibero-Americano realizado em novembro de 1987, em São Paulo (COMIBAM 87).

A PENÍNSULA IBÉRICA NO MUNDO DO
ANTIGO TESTAMENTO

Há várias referências, no mundo antigo, a um lugar chamado Társis ou Tártissus. Era uma cidade fenícia e mercantil conhecida desde o século XI a.C. Situava-se ao sul da Espanha, na foz do rio Guadalquivir, do lado atlântico do Estreito de Gibraltar. Em todo o Antigo Testamento, Társis é considerada “os confins da terra” ou extremis terris. 

Por isso, Jonas, querendo fugir da presença de Deus, embarcou num navio que ia para Társis — o lugar mais distante de que se tinha notícia na época (Jn 1.3). 

Este é, também, o sentido do Salmo 72. Aqui, o rei messiânico dominará “… desde o rio…” (o Eufrates, no extremo leste) “… até aos confins da terra” (72.8). A explicação vem dois versículos depois, na referência a Társis e às ilhas no extremo oeste (72.10). A ideia é semelhante à de Mateus 24.14, Apocalipse 5.8-10 e 7.9-10, onde se lê que, antes do fim, o evangelho do reino deverá ser pregado entre todos os povos da terra para que estes prestem culto ao Messias. 

Assim se esclarece Isaías 66, que também relata a adoração prestada ao Senhor por parte de todos os povos, anterior ao estabelecimento de novos céus e nova terra e antes do fim (66.15-24). Segundo esta passagem, o Senhor enviará alguns “salvos” para falar dele até as mais remotas terras do mar, que jamais ouviram falar do Senhor nem viram sua glória (66.19). Ora, estas terras incluem Társis, Lude e Tubal, na Ásia Menor, Javã, na Grécia, e Pui, provavelmente na Líbia ou em Cirene. Povos destas nações irão a Jerusalém como oferta para o culto mundial que inaugurará o fim. Mas não são somente alvos missionários, pois alguns deles se tornarão sacerdotes e levitas, isto é, estes também trarão ofertas, a oferta da evangelização (66.20s.). Portanto, a Península Ibérica será alvo e instrumento missionário.

A PENÍNSULA IBÉRICA NA ESTRATÉGIA
EVANGELÍSTICA DE PAULO

Certamente, esse pano de fundo contribuiu para a visão missionária do apóstolo Paulo. Por isso ele queria tanto chegar à Península Ibérica (Rm 15.24). Três do­cumentos do primeiro e segundo séculos alegam que Paulo, de fato, chegou à Espanha, mas o Novo Tes­tamento não nos diz nada sobre isso. Em 1963, a cidade de Tarragona, antiga Társis, ergueu uma estátua do apóstolo comemorando sua ida até lá.

Como apóstolo dos gentios, e à luz de Isaías 66, Paulo queria chegar aos confins da terra — a Península Ibérica. Ele desejava levar para Jerusalém povos não só da região que já havia evangelizado (desde Jerusalém até o Ilírico, conforme Rm 15.19 — as nações, de Isaías 66) como também da Península Ibérica (Társis), antes do fim. E estes ibéricos, por sua vez, dariam testemunho lá, como instrumentos missionários.
Isto não quer dizer que Paulo entendia que a volta de Cristo dependia unicamente dele. Ele não se via como o único apóstolo entre os gentios (nem o último), mas como um apóstolo único, no sentido de ser precursor e exemplo para todos os demais. Assim, sua dupla estratégia evangelística (até os confins geográficos da terra e entre os povos não-evangelizados) seria precur­sora e exemplar para a obra de evangelização até hoje.

O POVO IBÉRICO NA EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL

Os povos de origem luso-hispânica — quer sejam europeus, americanos, africanos ou asiáticos — ocupam um papel crucial nas últimas fases do alcance final dos povos ainda não-evangelizados. Não são apenas alvos missionários vindos das extremidades da terra para a adoração do Senhor, mas, como Paulo, irão até os confins da terra pregar aos povos não-evangelizados (Rm 15.20).

Mas aqui se faz necessária uma advertência. Muitos missionários norte-americanos tiveram, durante o últi­mo século (e alguns têm, infelizmente, até hoje!), um sentimento de destino divino, não só por trás de seu chamado missionário, mas também de sua cultura. O resultado trágico tem sido a transmissão do evangelho com uma atitude de superioridade e paternalismo. Qual o líder cristão ibero-americano que não encontrou isto?

No meio de tanta conversa boa sobre o grande potencial missionário dos povos ibéricos — suas ca­racterísticas de mobilidade, personalismo, profunda es­piritualidade, laços históricos etc., há uma perigosíssima tendência de negligenciar as falhas e pontos fracos dos missionários norte-americanos. Precisamos aprender com nosso próprio contexto missionário.

A vez dos povos ibéricos não surgiu agora. Desde o início, Deus tinha um papel crucial reservado para eles. Sigamos os admiráveis exemplos da história, enquanto permanecemos bem conscientes daqueles que não o são.

Extraído do livro MISSÕES NA BÍBLIA, Ed. Vida Nova

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

“PREGUE O EVANGELHO EM TODO TEMPO, QUANDO NECESSÁRIO USE AS PALAVRAS.”



Como posso contribuir para que o Evangelho seja levado além?



- Nas minhas relações familiares.

- No meu ambiente de trabalho, fazendo tudo com honestidade e comprometimento. Tratando todos com igualdade.

- Sendo um pai/mãe dedicado (a) e um cônjuge amoroso.

- Na administração das minhas finanças.

- Sendo um filho (a) obediente.

- Cultivando uma vida devocional saudável, orando e intercedendo pelo próximo.

- Engajando-me e contribuindo com meus dons, habilidades, tempo e demais recursos na comunidade onde estou inserido, através de projetos sociais e outras ações.

- Compreendendo que o Evangelho é um projeto de vida, não um ato isolado.

“... fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me de tudo para todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns.” – (I Co 9.22).

Ministério de Missões Ibero (adaptado)

sábado, 19 de julho de 2014

PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS: O QUE A BÍBLIA DIZ?

A perseguição do ponto de vista bíblico




(Uma TV local filmou extremistas do Vishwa Hindu Parishad (VHP) espancando o pastor Walter Masih, e transmitiu as imagens na tv. Ataques contra cristãos acontecem em diversas partes do país.)

Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema "perseguição religiosa" pode soar estranho. Um dos motivos talvez seja o fato de que a maioria dos países do ocidente vive em plena liberdade e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, a ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.

Tomar consciência da realidade de milhares de cristãos ao redor do mundo, perseguidos por causa da fé em Jesus Cristo, em um primeiro momento, pode ser desanimador. Porém, é fundamental lembrar que o próprio Cristo foi perseguido e sofreu a ponto de morrer na cruz. Ele nos diz que, se o seguirmos, seremos perseguidos também (João 15.18-21). Portanto, é nosso dever como Igreja, membros do mesmo Corpo, estarmos prontos e dispostos a ajudar os cristãos perseguidos.
Em 1Coríntios 12.26a, o apóstolo Paulo fala sobre os cristãos que enfrentam perseguição: "Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele".

Embora no Brasil a Igreja não seja perseguida, somos chamados a nos unir à parte do Corpo de Cristo que sofre diariamente, e apoiá-los por meio de nossas orações e contribuições, aprendendo também com sua perseverança.
Romanos 15.30 diz: "Recomendo-lhes, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que se unam a mim em minha luta, orando a Deus em meu favor". Uma viúva nigeriana disse: "Eu não sabia que alguém de fora da Nigéria tinha conhecimento do que acontece com os cristãos nigerianos. Agora que sei que há outros orando por nós, me sinto muito encorajada a prosseguir".

O mais interessante é que essa alegria também nos encoraja a servir! A liberdade do cristão brasileiro lhe permite abraçar a Igreja Perseguida onde ela estiver. Portanto, nossa liberdade deve ser usada para fazer mais do que apenas realizar reuniões e projetos aqui no Brasil. Já temos em Cristo a liberdade de que necessitamos para servi-lo. Vamos aproveitar a liberdade que encontramos em nosso país para servir ao outro, a Igreja Perseguida. Envolva-se!

FONTES: Missão Portas Abertas  /  Youtube

sexta-feira, 18 de julho de 2014

PAÍS DO MÊS: ETIÓPIA

A nação escolhida pelo pessoal de Missões da Ibero para intercedermos é a Etiópia. Neste mês, dedique parte de seu tempo diário em prol dessa nação tão carente do Evangelho.



Veja abaixo um breve relato sobre o país e os motivos de oração, encontrados no site a Missão Portas Abertas:

A perseguição na Etiópia se origina em diversas fontes: religiosa, política, tribal e comunitária. A oposição não vem somente de dentro do islã, mas da própria Igreja. Os muçulmanos informam sobre os ajuntamentos de cristãos de origem muçulmana ao governo na esperança de que eles sejam vistos como atividades ilegais. Em contrapartida, a Igreja Ortodoxa Etíope tem dificuldades de se reconciliar com o número crescente de protestantes não tradicionais e com os grupos orientados pela Reforma dentro de sua própria denominação. Alguns cristãos têm experimentado ataques nas igrejas e nas casas, o que os forçam a fugir, resultando na perda de seus empregos e divórcios forçados.

Ore:
  • Pelo trabalho da Portas Abertas ao apoiar viúvas como Lalisa e Buze, cujos maridos foram brutalmente assassinados por sua fé.
  • Pelas igrejas no sul da Etiópia que apoiam os cristãos de origem muçulmana que foram desalojados de suas comunidades.
  • Por sabedoria e coragem aos pastores, para que eles saibam responder à perseguição à luz da Bíblia.
No ranking de perseguição da mesma missão, a Etiópia aparece como um lugar onde há perseguição SEVERA aos cristãos. Confira:


quarta-feira, 11 de junho de 2014

MISSÕES NOS ESPORTES

Neste mês, aproveitando a Copa do Mundo no Brasil, temos a oportunidade de refletir sobre a importância de usar as múltiplas estratégias para alcançar os não alcançados, utilizando as mais diferentes formas de abordagens. O vídeo a seguir traz uma palestra esclarecedora, fundamental para aqueles que ainda têm alguma dúvida ou resistência ao assunto. Assista com coração e mente abertos!



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

VOCÊ SABE O QUE É UM POVO NÃO ALCANÇADO?


Definição de Povos Não-Alcançados


O chamado de Deus para Missões não pode ser definido em termos de atingir outras culturas para aumentar o número de indivíduos salvos. Antes, a vontade de Deus para missões é que cada grupo de pessoas seja alcançado com o testemunho de Cristo, e que as pessoas sejam chamadas, em Seu nome, de todas as nações. Assim é demonstrada a soberania de Deus entre todas as nações. Somos comissionados para cumprir essa tarefa. 

Se a tarefa de missões é alcançar todos os grupos de pessoas não-alcançadas do mundo, necessitamos ter a ideia do que significa “alcançado”, de modo que as pessoas chamadas para a tarefa missionária da igreja conheçam quais os grupos os grupos de pessoas que devem se dirigir e quais deixar. Paulo deve ter tido alguma ideia do que significava “alcançado”, quando disse em Romanos 15.23: “...não tendo já campo de atividade nessas regiões”. Ele deve ter entendido o que significava completar a tarefa missionária, quando afirmou em Romanos 15.19: “desde Jerusalém e circunvizinhança até o Ilírico, tendo divulgado o Evangelho de Cristo”. Ele sabia que sua obra estava concluída naquela região. Eis por que ele dirigiu-se à Espanha.

Num encontro missionário promovido para tratar sobre Povos Não-Alcançados, em 1982, definiu-se “não-alcançados” desta forma: Um grupo de pessoas não-alcançadas é “um grupo de pessoas dentro da qual não há comunidade nativa de crentes cristãos capazes de evangeliza-los”. Assim, um grupo seria alcançado quando os esforços da missão tiverem estabelecido uma igreja nativa que tenha força e recurso para evangelizar o restante do grupo. (Ap 5.9, 7.9, 10.11, 11.9, 13.7, 14.6 e 17.15).

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

MISSÕES, A MISSÃO DE TODOS NÓS


Domingo próximo teremos mais um culto que denominamos "Culto de Missões", e daqui a duas semanas acontecerá nossa "Conferência Missionária". Tanto o primeiro, como o segundo evento possuem uma única intenção: Convencer os crentes de nossa igreja e convidados a saírem daquele teimoso comodismo e daquela preguiça espiritual muito comum, quando o assunto é interceder, contribuir ou colocar o pé na estrada para alcançar vidas para Jesus (aqui, ali ou além).

A bem da verdade - e quem tem ouvido minhas preleções nos últimos eventos missionários já sabem - prefiro que chegue logo o tempo em que não haja mais a necessidade de usarmos estratégias, artifícios ou qualquer outro pretexto através desses eventos, os quais usamos para convencer os crentes a fazerem aquilo que é função básica de todo salvo. Em outras palavras, e de forma muito simples, fomos alcançados para alcançar outros! Isso para mim é tão fácil que não consigo entender por que há tanta resistência quando o assunto é Missões!

Todo crente, indistintamente, deve contribuir de forma significativa, abundante e objetiva para trazer outras pessoas a Cristo. 

A propósito, a responsabilidade de fazer com que Missões aconteça não é para alguns poucos que têm disposição para dedicar alguns minutos orando para que cadeias espirituais sejam quebradas e perdidos sejam soltos; nem é só dever de alguns que dispõem de um pouco mais de dinheiro para ofertar e investir em ações missionárias ou evangelísticas; muito menos tarefa de alguns poucos "iluminados" que vão para terras distantes: É para TODOS nós, do novo convertido ao ministro veterano!

Nenhum crente deveria dizer que não possui um "chamado missionário" - essa afirmativa é comumente usada sob um manto de falsa humildade, mas pode revelar a capa de rebelião que esconde a maioria dos cristãos de suas obrigações perante Deus e Sua obra. 

Então, ainda acha que não tem um chamado missionário?! Claro que tem! Todos temos! TODOS nós fomos chamados para fazer Cristo conhecido usando TODOS os recursos em mãos, TODAS as oportunidade encontradas, TODAS as estratégias possíveis em TODOS os lugares onde há a necessidade de fazer Cristo conhecido. Afinal, Missões não é a missão de alguns, é a missão de todos nós!

Pense nisso!

Um abraço,

- pr Aécio -

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

SUA ORAÇÃO PODE FAZER TODA A DIFERENÇA

Para aqueles que ainda não ouviram o Evangelho


Um povo é um grupo significativamente grande de indivíduos que entendem ter uma afinidade comum uns pelos outros. Eles compartilham a mesma linguagem, religião, etnia, localidade, ocupação, ou mesmo um combinado disto. Um povo tem um nome é apto para ocupar um local. 

O termo Não Alcançado ou Não Evangelizado surgiu para definir um grupo de indivíduos no qual não há uma comunidade nativa de crentes (cristãos) capazes de evangeliza-lo. Muitos destes grupos não tem conhecimento de quem é Deus. Não conhecem a Jesus, seu filho e desconhecem a necessidade de salvação. Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não lêem nem escrevem em seus próprios idiomas. Já outros possuem uma bem dividida estrutura social, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa.  

O que se requer para evangelizar estes grupo de povos não alcançados ? 

Oração, iniciativa e treinamento adequado entre outras coisas. Não existe um manual com respostas prontas ou receitas mirabolantes, (muito embora existam procedimentos comuns) pois cada grupo não alcançado, possui barreiras e problemas únicos a serem vencidos. Para cada um destes existem estratégias e oportunidades específicas a serem buscadas, antes que o alcance efetivo seja posto em ação. São oportunidades e estratégias percebidas principalmente no lugar de oração, e lá vencidas em primeira instância. Estes grupos permanecem inalcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar, do contrário a tarefa já teria sido terminada. Por outro lado uma intervenção maior por parte das igrejas se faz necessária, investindo em iniciativas missionárias voltadas ao alcance destes grupos. Parcerias entre agências e igrejas acabam surgindo como resposta a esta lacuna de influência que encontramos na história da Igreja. 

Hoje o número exato dos grupos de povos não alcançados varia de acordo com as definições. Podem ser categorizados em mega ou mini povos, povos minoritários, povo etnolingüístico, povo socio-econômico etc. O Movimento AD 2000 considerava não alcançados, povos com uma população superior a 10.000 pessoas, o que colocaria dentro desta categoria no Brasil, apenas os ribeirinhos amazônicos. Outras , pelo menos, 130 diferentes tribos ficariam de fora, e cerca de 50 delas nunca foram de fato contactadas ainda pelo homem branco. Estima-se no mundo todo mais de 10.000 grupos. 

A lista de quem são os não alcançados é imensa, e passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares de difícil acesso como a maioria de nós imagina. Algumas vezes é possível encontrar grupos inteiros, isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Quem sabe, num lugar bem próximo a você que lê este texto agora. 

Entretanto os propósitos de Deus para as nações são imutáveis e verdadeiros. Elas estarão representadas no grande dia diante do trono. Precisamos orar e alcançar estes povos, pois esta foi a ordem Jesus : fazer discípulos de todas as nações. Que assim seja.  

VIA: Jocum
Fontes
Manual de Intercessão, PráMidia publicações, p.14-1998
Revista IDE – nº 22, p. 06 – 1999

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

MISSÕES TAMBÉM SE FAZ...

COM AS MÃOS DE QUEM CONTRIBUI!!!


Caso algum amigo do Blog queira saber mais sobre este projeto, e de como contribuir para manutenção e sustento do mesmo, por favor, queira entrar em contato com a 
Missionária Marilande pelo e-mail maritmarques@hotmail.com mencionando que viu este apelo em nosso Blog! -  Pr Aécio



domingo, 22 de setembro de 2013

O CUIDADO MISSIONÁRIO

Entrevista com a Psicóloga Verônica Farias

FONTE: APMT
BY: Emma Castro
A Psicóloga e Missionária Verônica Farias atua na área de Cuidado Missionário desde o ano 2005. Começou a desenvolver seu ministério ao se envolver na área de pesquisa, procurando saber o que estava sendo feito no Brasil em relação ao cuidado missionário. Ela se deparou com uma grande deficiência e muita demanda.
Desde sua conversão, Verônica se envolveu no trabalho de evangelismo, plantação de igreja e treinamento de liderança durante quatorze anos. Hoje se dedica de tempo integral ao ministério de Cuidado Missionário, visitando campos e acompanhando os missionários que requerem sua ajuda.
Ela faz parte do Conselho Deliberativo do CIM – Cuidado Integral do Missionário, departamento da AMTB – Associação de Missões Transculturais Brasileiras. Em 2011, iniciou o Departamento de Cuidado Missionário na Base da APMT e faz parte do quadro de missionários, servindo ao nossos missionários.
APMT: Como foi para escolher esta área de atuação ministerial?
Verônica: Eu não escolhi essa área, eu fui despertada por Deus. A partir das estatísticas de retorno, a partir da realidade de escassez de cuidadores treinados, pessoas que não são apenas psicólogos clínicos. Os profissionais precisam ser treinados para atender os missionários dentro do seu contexto, pois eles passam por várias fases na sua vida. Eu mesma passei por essas fases, desde o preparo, o campo e o retorno. A experiência que vivi e o contato com outros missionários que passam por duras experiências me levaram a me dedicar integralmente a isso. Eu já tinha a formação teológica e profissional da Psicologia Clínica. Creio que é um chamado para o resto da vida. Agora estou treinando outras pessoas fazendo crescer esse grupo de cuidadores no Brasil.
APMT: Em que consiste especificamente o cuidado missionário?
Verônica: O cuidado missionário é bastante abrangente. Primeiro, a Igreja Brasileira, em geral, não está muito acostumada com a ideia de “cuidado”. Às vezes, é interpretado como se fosse só na área clínica, psicológica, quando não é. É bem mais do que isso.O trabalho abrange a família missionária como um todo.Eu tenho o interesse de trabalhar com a família desde o pré-campo, quando a pessoa é ainda um candidato. Se eu já tenho um trabalho com ela, posso ir desenvolvendo um trabalho de acompanhamento no próprio campo.
O processo envolve o pré-campo, o campo e o retorno ao Brasil para férias, reciclagem, divulgação ou licença; os períodos de adaptação ou de crise; o nascimento de filhos que envolve toda uma mudança da conjuntura familiar;remanejamento de campo. Tudo isso envolve mudanças para o missionário que precisa de um suporte. É um acompanhamento de vida ao longo da sua trajetória.
APMT: Qual é a fase em que os missionários manifestam maiores dificuldades.
Verônica: O retorno para o Brasil depois de muitos anos é sempre muito sofrido. Há uma fase para se readaptar, então é uma fase crucial. Deve haver preocupação não apenas em “receber o missionário” e leva-lo a um monte de igrejas para pregar, mas acompanhá-lo eficazmente.
Outro momento crucial é a aposentadoria. No Brasil quase não se fala na aposentadoria de missionários. Não há um planejamento. Vejo que não há ainda nas igrejas nem nas agências o que fazer com o missionário que está se aposentando.Que tipo de cuidado precisamos fornecer para essas pessoas que deram a vida toda em outras nações, outras culturas? Depois de toda uma vida de serviço vamos apenas sucateá-las?
A outra dificuldade é a própria língua. No Brasil se fala o Português. Chegando lá fora, ele no mínimo tem que falar o Inglês (a não ser que vá para o mundo hispânico), depois ele tem que aprender outra ou outras línguas. Isso tem sido um martírio na questão do preparo e adaptação, ele sofre muito nessa fase por conta de aprender novas línguas.
APMT: Pela sua experiência de trabalho, quem tem sofrido mais?
Verônica: De um modo geral, eu tenho visto um sofrimento maior entre as mulheres, a partir do momento que elas têm filhos, a rotina muda. Elas passam a ter menos tempo para a missão que elas desenvolviam, para a qual foram preparadas, então passam a reclamar um pouco da dificuldade de não poder atuar. Essa é uma crise que aparece nas mulheres com muita frequência.
Outra questão que sempre aparece é a situação das solteiras. Elas saem do seu país muito entusiasmadas e sabendo que são sozinhas, no entanto, depois de um tempo no campo, elas começam a perceber que a realidade de uma solteira no campo não é fácil. Ser solteira no Brasil, na sua pátria, na sua cidade é uma coisa, mas fora do Brasil a coisa fica multiplicadamente mais difícil. Então elas reclamam muito de encarar uma vida sozinha. Em países islâmicos, isso fica bem mais grave, porque há toda uma discriminação que elas sofrem, mesmo as casadas estrangeiras.
Fora disso, também temos visto muitas dificuldades no relacionamento com as instituições. A igreja local, ainda que seja uma igreja muito enviadora, ela é local,tem toda uma mentalidade local. Então o sofrimento, a queixa, a necessidade de mudanças no próprio decorrer do projeto muitas vezes não são compreendidos pela igreja local. Em muitos casos isso leva até a suspender o envio do sustento. Esse fator provoca um circuito de muito sofrimento para o missionário e sua família.
APMT: Qual tem sido a causa de maior retorno dos missionários do campo?
Verônica: Dificuldades de relacionamento com a equipe de trabalho têm sido um dos principais motivos do retorno. O brasileiro é extremamente comunicativo e relacional, então quando ele tem que trabalhar com missionários de outras culturas, que a gente chama de “culturas mais frias”,como as europeias, norte-americanas ou asiáticas,existe sempre um choque nessa interculturalidade. O brasileiro não tem muita resistência de permanecer só, ele é muito gregário. Chegando nesses países, a própria cultura transforma isso numa dificuldade para a cultura em que ele está vivendo e com quem ele está trabalhando.
Por mais que se estude isso em “Antropologia cultural” e outras disciplinas, na prática, o brasileiro sai pouco do Brasil. Então ele não tem esse trânsito lá fora a não ser quando ele é um missionário. Então é a primeira vez que ele está indo ao exterior para viver. Em geral, nós não temos a cultura de viagens para o exterior.
APMT: Também existem dificuldades quando a equipe é monocultural?
Verônica: “Relacionamentos”, mesmo quando numa equipe monocultural, entre brasileiros,é uma área que as agências precisam investir um pouco mais de modo geral. Os cursos de preparação devem focar em atividades, em conceitos, em toda uma práxis que envolva o relacionamento em equipe. É com isso que ele vai viver lá fora.
A gente não vê missionários reclamando dos nacionais, da relação com os membros da igreja nacional, ou com a cultura local. Eles reclamam dos seus companheiros de trabalho. Então os choques entre os missionários é o que angustia, que adoece e que muitas vezes faz uma equipe partir-se ao meio.
Creio que essa dificuldade se dá mesmo por falta de preparo.Assim como se prepara teologicamente, missiologicamente, precisamos dar uma ênfase maior em relacionamento de equipe. Eu não vejo outra maneira a não ser transformar isso em oficinas, seminários, e vivência de equipe. Talvez, assim, tivéssemos menos dificuldades lá fora. Também é importante o trabalho de atualização dos missionários. As equipes precisam ser visitadas com o intuito de torná-las saudáveis. Não é uma visita administrativa, para o projeto, é uma visita para diagnosticar como é que aquela equipe está, e ao mesmo tempo oferecer artifícios que dissolvam os conflitos, então aos poucos as pessoas vão amadurecendo no relacionamento em equipe.
É necessário definir a mentalidade de grupo, desde o seminário, desde a disciplina de preparo transcultural, trabalhar a mentalidade do sujeito “para o grupo, para a mutualidade, para a flexibilidade, para apoio mutuo”. Se esses valores são bem trabalhados no período de preparo, o candidato chega ao campo um pouco mais flexível, um pouco mais aberto.
É por isso que a APMT solicita um estágio de campo, mesmo que o candidato já desenvolva o ministério há muitos anos e seja experiente. O que deve ser enfatizado nesse momento é “relacionamento de equipe, como é que essas pessoas estão se relacionando, e fornecer artifícios para que as pessoas promovam mutualidade, não a individualidade”. Ninguém é sozinho lá fora, o missionário transcultural está descoberto de tudo, precisa das pessoas. Se existe problema com a equipe, isso significa que são cortadas as fontes de fornecimento emocional.
APMT: Se o missionário ou uma equipe percebe que está precisando da sua ajuda, o que deve fazer?
Verônica: O missionário em campo, que está precisando de ajuda, tem que escrever para a agência dele. Se essa organização já tem o departamento, vai pedir ao departamento o cuidado desse missionário.Se a organização não tem esse departamento, ela pode entrar em contato com o CIM. A partir de então entraremos em contato com esse missionário. Eu já fiz acompanhamento via Skype de missionários em vários países, missionários brasileiros que estão lá fora.
APMT: Qual seria sua recomendação para as igrejas locais?
Verônica: Eu convocaria a liderança, os pastores e os líderes de missões para buscar literatura na área do cuidado. Entrar em contato com aqueles que já fazem o trabalho do cuidado missionário e começar a treinar as pessoas interessadas em iniciar dentro do departamento de missões da igreja local o viés para o cuidado.