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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
BREVE HISTÓRICO DA ESCOLA DOMINICAL
O termo "Escola Dominical" foi primeiramente usado pelo jornalista
evangélico Robert Raikes, na Inglaterra, a partir de 1780, quando começou
a oferecer instrução rudimentar para crianças pobres
em seu único dia livre da semana: domingo, pela manhã e à
tarde, pois a maioria mesmo tendo pouca idade já trabalhava durante
a semana. A Escola Dominical nasceu para servir como o ensino público
gratuito, orientado pelos princípios da educação-cristã,
vindo posteriormente o governo britânico e de outros países a
oferecer o sistema de educação pública e a se responsabilizar
oficialmente por ele. O movimento iniciado por Raikes é considerado
o precursor desse sistema.
Portanto, a Escola Dominical do nosso tempo náo é o mesmo do britânico inicial, mas o tipo de escola que surgiu na América do Norte muito tempo depois oferecendo um conteúdo curricular bíblico não mais objetivando prioritariamente a aprendizagem da leitura e da escrita de seus alunos e sim o conhecimento bíblico, a edificação espiritual, o discipulado e a integração e a evangelização.
Por
isso, a Escola Dominical é o momento especial da semana para que todos
que pertencem a uma igreja local (crianças, adolescentes, jovens, adultos,
incluindo os novos convertidos), primeiramente, se reúnam para estudar
a Palavra de Deus de forma pedagógica e metódica, e também
promovam a comunhão, o discipulado e a integração de
novos crentes e a evangelização, cooperando para o cumprimento
da Grande Comissão de Jesus registrada em Mateus 28.18-20.
HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO
As
origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor
ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a
geração. Dessa forma a história do ensino bíblico
descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos
reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno
do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios
tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical.
Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus.
Como
esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos
de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório
Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos
discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século
XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava
tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu.
Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos.
A
Escola Dominical do nosso tempo nasceu de visão de um homem que, compadecido
com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte.
Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos
e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade,
localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um
problema que parecia insolúvel.
Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos
nos piores delitos.
É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal
Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas
ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos
para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes
Raikes várias matérias seculares: matemática, história
e a língua materna - o inglês.
Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular.
Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram
os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer
o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não
sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus?
Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é
adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional.
Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após
três anos de oração, observações e experimentos,
que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.
No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que
Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis
porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola
Dominical.
Mui
apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto:
“Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra
espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando
até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos
e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra
de Deus de que a Igreja dispõe”.
Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não
podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente
consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade
é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de
Deus. É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de
uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre.
A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: “Extinga a Escola
Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas
a metade dos seus membros”. Quem haverá de negar a gravidade de
London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues
e prestes a morrer.
HISTÓRIA
DA ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL
Os
missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados
os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade
imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira
Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era
grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi
suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares
mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem
à Igreja Congregacional no Brasil.
Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855,no Rio de Janeiro,
porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os
membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira
Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda
é possível ver o memorial que registra este tão singular
momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
EBD: UMA BREVE HOMENAGEM
![]() | |
| ACIMA A EBD NO INICIO E ABAIXO NOS DIAS ATUAIS |
Comecei a frequentar a Escola Dominical no domingo seguinte à minha conversão. Foi amor ao primeiro contato.
Desde então, quase 25 anos depois ainda me esforço para participar e mobilizar as pessoas a serem alunos fiéis a esta que, no meu entendimento, é a mais poderosa e eficaz estratégia e ferramenta de ensino da Igreja em todos os tempos.
Todos os que conhecem a origem da Escola Dominical sabem que não eram os crentes o alvo do seu fundador Robert Raikes, mas sim, meninos das ruas de Gloucester (Inglaterra) que ficavam ociosos aos domingos, correndo riscos de se perderem na marginalidade. Com o tempo, foi sendo adaptada até chegar aos moldes atuais.
O impacto que a Escola Dominical causou na época de Raikes foi estrondoso. Mesmo com severas oposições de líderes própria igreja no início, aquilo que começou com um punhado de crianças em seu bairro, se tornou um movimento com repercussão internacional em pouco tempo.
Hoje assistimos a falência da EBD em várias igrejas brasileiras. Muitas destas, embevecidas por movimentos importados sem pé nem cabeça, e mais interessadas em quantidade de bancos ocupados em seus templos, não só extinguem, mas passam a atacar e criticar a EBD. Tais atitudes, em médio prazo resultarão num tremendo mal estar para elas mesmas, quando se depararem com um bocado de crentes mais ignorantes do que os muitos que já temos hoje, em relação a doutrinas e princípios bíblicos fundamentais.
Quanto a mim, como crente, pai e pastor, sempre serei um eterno aluno da EBD. Foi nela que fundamentei e solidifiquei minha fé.
Foi na EBD onde compreendi melhor a dimensão da Igreja; aprendi a amar as pessoas do jeito que são; passei a ver a igreja local como indispensável na experiência cristã; absorvi o conhecimento necessário para confrontar seitas; aprendi a andar em retidão; conheci mais acerca da carne, do diabo e do mundo, que são nossos potentes inimigos; adquiri conhecimentos que norteiam meu testemunho pessoal e o de minha família até hoje; obtive mais convicção da salvação e do chamado ao ministério; encontrei subsídios para suportar as provas, tribulações e tentações; percebi a diferença entre quem ama a Palavra e quem apenas a tem como uma muleta; enfim, me tornei, também, um de seus mais ferrenhos defensores.
Viva a Escola Bíblica Domical! - pr Aécio
domingo, 4 de setembro de 2011
POR UM RETORNO À ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - 2
A importância da Escola Bíblica Dominical
EXTRAÍDO DO BLOG: http://estudosbiblicos.orgEntre as muitas passagens bíblicas que exortam a respeito do ensino e do estudo das Escrituras, a segunda carta de Paulo a Timóteo apresenta orientações especiais para se exercer um ministério competente, coerente e eficaz na propagação da Palavra, compatível com os objetivos que devem fazer parte da vida de um discípulo.
Nas Cartas a Timóteo o Apóstolo Paulo tem todo o cuidado de orientar esse discípulo a manter um comportamento firme e constante em relação ao conhecimento da palavra. Suas orientações enfatizavam que o conhecimento de Deus revelado nas Escrituras Sagradas é capaz de tornar sábio, apto e plenamente preparado o seguidor de Jesus que é convocado para exercer boas obras:
“Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus.Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda a boa obra.” 2 Tm 3:14-17.
Paulo foi um homem muito instruído no conhecimento das Sagradas Letras e, como ninguém, sabia da importância do bom manejo da Palavra na grande obra de evangelização que promoveu na história do cristianismo. Ele sabia que o estudo da Palavra era indispensável à capacitação irrepreensível do discípulo para o serviço de divulgação do Evangelho das Boas Novas. Mas não podemos divulgar bem o que não conhecemos bem, pois estaremos expostos, no mínimo, a dois riscos.
Primeiro, de vendermos uma propaganda enganosa, ou seja, de ofertarmos o Evangelho deturpando seus princípios fundamentais; é o que temos assistido muito por aí: o anúncio de um evangelho da graça barata, de enriquecimento rápido, sem arrependimento, sem sacrifício, sem transformação moral. Este não pode ser o objetivo do verdadeiro discípulo, como nos fala Paulo: “Porque não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.” 2 Coríntios 2:17.
Em segundo, corremos também o risco de, a qualquer momento, viver o constrangimento de sermos questionados sobre o sentido daquilo no qual cremos e não sabermos o que responder, por não estarmos suficientemente instruídos no conhecimento da Palavra de Deus. A Carta de Pedro nos adverte muito bem sobre este fato: “Antes, santifiquem Cristo como Senhor em seu coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês." 1 Pedro 3:15.
Um apóstolo de Jesus deve estar ciente que o mundo o questionará e, dependendo da qualidade e do fundamento de nossas respostas, o evangelho significará palavra de vida, desejoso de ser seguido e não um discurso fanático sem consistência. Também sobre isto o Apóstolo Paulo tem todo o cuidado de advertir o discípulo Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2 Timóteo 2:15.
Um discípulo de Jesus não tem idade certa para começar a estudar e aprender as Sagradas Escrituras. Embora Timóteo fosse ainda um discípulo muito jovem quando recebeu as orientações de Paulo, este o advertiu a permanecer “nas coisas que aprendeu” desde criança: “Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras”. 2 Tm 3:15.
Timóteo foi ensinado nas Escrituras desde a infância. Este fato serve de referência para ensinarmos às nossas crianças o quanto antes a palavra da verdade, afim de que sejam discípulos também capacitados e aprovados como foi Timóteo. Certamente ele não teve essa iniciativa quando criança por si só; mas contou com a presença de um adulto responsável por discipliná-lo nessa direção, sua mãe e sua avó.
A atitude de inserir a criança no contexto do ensino das Escrituras deve partir, em primeiro lugar, dos pais e dos responsáveis diretos pela criança, ou seja, pela família. Esta deve estar comprometida com a freqüência dos pequeninos na Escola Bíblica Dominical, que é um espaço rico no ensino e na aprendizagem da Bíblia. Crianças, adolescentes e jovens que têm a vida direcionada para o estudo das Escrituras, freqüentando assiduamente às aulas da Escola Bíblica Dominical, crescem com referenciais de segurança moral e espiritual, de benções para o futuro, com possibilidades de alcançar uma vida adulta e velhice sábias no serviço do Reino de Deus, como nos afirma o texto em 2 Timóteo 3:16-17.
Não devemos deixar de praticar com os pequeninos o sábio conselho de Salomão: “Ensina a criança no caminho em que se deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22:6
O conhecimento das Escrituras, no entanto, não deve apenas engordar o nosso intelecto, ao contrário, nossa razão deve abastecer-se das verdades sagradas para alimentar o nosso espírito e fortalecer o crescimento de nossa fé em Deus. O conhecimento bíblico eficaz e gerador de vida transforma nossas ações e nos ajuda a combater o pecado; ele nos leva a um conhecimento mais íntimo de Deus, a exemplo de Davi: “Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti.” Salmos 119:11. Portanto, um discípulo não deve ter um conhecimento bíblico passivo, como se fosse um mero ouvinte, mas o conhecimento adquirido da Palavra deve transformar sua conduta, como alerta Tiago: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes(…)” Tiago 1:22.
A Bíblia deve ser então o referencial de vida e de fé de um verdadeiro discípulo de Jesus; e toda a sua vida deve estar pautada pelo esclarecimento da Palavra de Deus. Neste sentido, a Escola Bíblica Dominical é um espaço que promove esse esclarecimento através do ensino e estudo da Bíblia e nos ajuda a encontrar na Palavra a mesma fonte de luz que o salmista Davi: “A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.” Salmo 119:105.
Autor: Maria Cláudia Reis
Fonte: www.irmaos.com
Fonte: www.irmaos.com
sábado, 3 de setembro de 2011
POR UM RETORNO À ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
"É lamentável o crescente abandono de igrejas e crentes do maior e mais eficaz método de ensino sistemático ao alcance dos cristãos evangélicos. Que pena a falta de atenção dos pais que não assistem, nem motivam seus filhos a crescerem no conhecimento das Escrituras Sagradas!" - Pr Aécio
_______________________________________________
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sábado, 20 de março de 2010
O MAIOR PROJETO DE ENSINO DA PALAVRA DE TODOS OS TEMPOS: A ESCOLA DOMINICAL

ESTA MATÉRIA CONSTA NO SITE http://www.cacp.org.br/
O termo "Escola Dominical" foi primeiramente usado pelo jornalista evangélico Robert Raikes, na Inglaterra, a partir de 1780, quando começou a oferecer instrução rudimentar para crianças pobres em seu único dia livre da semana: domingo, pela manhã e à tarde, pois a maioria mesmo tendo pouca idade já trabalhava durante a semana. A Escola Dominical nasceu para servir como o ensino público gratuito, orientado pelos princípios da educação-cristã, vindo posteriormente o governo britânico e de outros países a oferecer o sistema de educação pública e a se responsabilizar oficialmente por ele. O movimento iniciado por Raikes é considerado o precursor desse sistema.
Portanto, a Escola Dominical do nosso tempo náo é o mesmo do britânico inicial, mas o tipo de escola que surgiu na América do Norte muito tempo depois oferecendo um conteúdo curricular bíblico não mais objetivando prioritariamente a aprendizagem da leitura e da escrita de seus alunos e sim o conhecimento bíblico, a edificação espiritual, o discipulado e a integração e a evangelização. Por isso, a Escola Dominical é o momento especial da semana para que todos que pertencem a uma igreja local (crianças, adolescentes, jovens, adultos, incluindo os novos convertidos), primeiramente, se reúnam para estudar a Palavra de Deus de forma pedagógica e metódica, e também promovam a comunhão, o discipulado e a integração de novos crentes e a evangelização, cooperando para o cumprimento da Grande Comissão de Jesus registrada em Mateus 28.18-20.
10 Razões porque devo participar da Escola Bíblica Dominical
1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)
2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.
3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)
4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.
5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.
6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio de evangelização.
7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.
8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.
9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.
10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.
Pense nisso!
Pastor Renato Vargens
Portanto, a Escola Dominical do nosso tempo náo é o mesmo do britânico inicial, mas o tipo de escola que surgiu na América do Norte muito tempo depois oferecendo um conteúdo curricular bíblico não mais objetivando prioritariamente a aprendizagem da leitura e da escrita de seus alunos e sim o conhecimento bíblico, a edificação espiritual, o discipulado e a integração e a evangelização. Por isso, a Escola Dominical é o momento especial da semana para que todos que pertencem a uma igreja local (crianças, adolescentes, jovens, adultos, incluindo os novos convertidos), primeiramente, se reúnam para estudar a Palavra de Deus de forma pedagógica e metódica, e também promovam a comunhão, o discipulado e a integração de novos crentes e a evangelização, cooperando para o cumprimento da Grande Comissão de Jesus registrada em Mateus 28.18-20.
10 Razões porque devo participar da Escola Bíblica Dominical
1. Por causa do amor a Cristo e sua Palavra. (Jo 14.21)
2. Porque é dever do cristão crescer no conhecimento de Deus através do ensino saudável das Escrituras.
3. Para que não sejamos enredados pelas heresias e desvios doutrinários do nosso tempo. (Mt 22.29)
4. Porque a igreja se desenvolve de forma relacional, comunitária e intelectual através do estudo sistemático da Palavra de Deus.
5. Porque o ensino da Palavra de Deus proporciona a elevação do nível de maturidade da igreja local.
6. Porque a Escola Bíblica Dominical é um excelente meio de evangelização.
7. Porque a Escola Bíblica Dominical é um lugar propício para a descoberta, crescimento e capacitação de novos ministérios.
8. Porque a Escola Bíblica Dominical fortalece a família promovendo o entrelaçamento dos relacionamentos familiares.
9. Porque o estudo sistemático da Palavra nos desperta a uma vida de santidade.
10. Porque a Escola Bíblica Dominical é uma profícua fonte de avivamento e despertamento espiritual para a igreja.
Pense nisso!
Pastor Renato Vargens
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
“SUA MENSAGEM FOI COMO UMA ESPADA”
“Se a informação é de graça, qual o valor do conhecimento?”. Esta frase utilizada em um comercial no ano passado, fala muito utilizando poucas palavras. Traduzi ela assim: Se há tantas maneiras de aprender, porque continuamos ignorantes? Faço-me esta pergunta constantemente. Quando olho para muitos crentes e principalmente obreiros hoje, tenho vergonha de pertencer à classe. Não quero com isso que você meu amado irmão(ã) fique com raiva ou se ofenda por causa do que estou escrevendo. Simplesmente porque não há justificativa que possamos lançar mão para nos livrarmos do fato de que somos preguiçosos para estudar.Tudo bem, podemos dar um desconto porque moramos em um país que não investe em educação, muito menos em preparo dos professores. Mas não é desculpa para nós, que somos obreiros do Senhor. Que muitas vezes nos utilizamos da Sua Palavra para falar em nome Dele. Se formos enumerar quantas pregações já ouvimos, aulas, palestras, congressos que nos foram ministrados, em que o palestrante não teve a menor preocupação ou intimidade com o texto, perderíamos a conta. E não estou me referindo a conhecimento profundo, de hermenêutica, exegese de textos originais, nada disso. Apenas uma rápida leitura do contexto (o que se aprende em Escola Dominical) já o deixaria constrangido, quando não mudaria totalmente o significado do que está se falando.
É lamentável que ainda hoje ouvimos de obreiros a seguinte frase: eu não gosto de ler; ou não tenho paciência pra ficar estudando. Ah, se os obreiros do início tivessem o privilégio que temos hoje de freqüentar um seminário ou ainda por mais simples que seja, uma Escola Dominical. Se tivessem tido o acesso que temos hoje a programas multimídia; Bíblias que fazem do pregador um mero microfone - porque a mensagem já está toda impressa – teriam influenciado gerações e gerações além do que já fizeram.
A frieza de muitos obreiros com relação à Escola Dominical é prejudicial a eles mesmos. Muitos não se envolvem porque desconhecem o papel que ela desempenha dentro da igreja, e com isso, ficam impedidos de crescer junto com a mesma.
Só para efeito de didática, a Escola Dominical: É uma ferramenta de evangelização e discipulado; lugar de integração e comunhão; instrumento para crescimento e amadurecimento da igreja; promoção do ensino da Palavra de Deus; estímulo para o surgimento de novos líderes; mobilização para os alunos chegarem ao ministério; fonte de avivamento espiritual; edificação da família cristã; agência educadora e transformadora; além de atender aos anseios da grande comissão; etc., etc.,. Se fôssemos destrinchar cada um desses pontos, não terminaríamos tão cedo e não é esta minha intenção.
Meu objetivo aqui, é fazer você meu caro(a) irmão(ã) refletir sobre a importância de se frequentar uma Escola Dominical. Muitos não tem acesso a seminários, então, a EBD ajuda bastante no seu crescimento espiritual, inclusive quando você está ministrando. Quero terminar voltando ao tema: Muitos obreiros ficam felizes quando ouvem uma frase assim: “Sua mensagem foi como uma espada hoje!!”. Na cabeça dele, ele pensa o seguinte... “Uau..., hoje a Palavra que eu preguei foi lá na divisão da alma e do espírito desse irmão”. Mas na verdade, o irmão quis dizer “...essa mensagem foi uma espada mesmo: comprida e chata!!!
Pense nisso.
Pense nisso.
- pr Robson-
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
QUAL A IMPORTÂNCIA DE OLHAR PARA TRÁS, SE NOSSO MUNDO OLHA PARA O FUTURO?
Embutido nesta pergunta, há um princípio muito claro baseado nas Escrituras: “lembra de onde caíste e arrepende-te” (Ap 2.5). É o versículo que me vem à mente quando olho para a Escola Dominical em nossas igrejas e vejo o quão desprezada ela é.
Em uma sociedade futurista, que vive na busca pela novidade, que se traduz em Ipods, tecnologias 3G, Netbooks, etc. Onde o futuro nos é empurrado goela abaixo, faz-se necessário que o cristão olhe, não somente para a frente, com os desafios e rumos à qual esta sociedade e tudo o que a envolve está tomando, mas urgentemente para o passado. Talvez você ache estranho o que eu estou dizendo, mas digo “passado” porque para nós cristãos, que somos ensinados sempre a olhar para a frente, é difícil ter que nos voltar para o que passou, para o tempo em que nem eu nem você éramos nascidos e ter que aprender com a história. Tempos estes que têm mais a nos ensinar do que possamos perceber.
Ao observar esse princípio - e eu me refiro à Escola Dominical quando foi idealizada e colocada em prática pelos irmãos no século XVIII - vejo o quão distantes estamos daqueles ideais. Ideais de ver uma igreja crescer (não inchar); sendo alimentada pela genuína Palavra de Deus (o leite puro); cumprindo seu papel de evangelizadora. Me desculpe ter que contrariá-lo por hora, mas nós só estamos vendo todas estas doutrinas e ensinos distorcidos, a disseminação de igrejas planetárias, porque justamente a igreja abandonou a Escola Bíblia Dominical. Faço um desafio a você: você acha que, se estas igrejas optassem por colocar EBD em suas agendas seus templos estariam explodindo de gente? Não precisa responder, só pela sua reação já deduzo a resposta. Aí surge uma pergunta: o que tem a ver isso com Escola Dominical? Como reza a célebre frase “...elementar meu caro Watson!”, porque não se tem conhecimento das Escrituras e muito menos da história da igreja. Devido a esse fato, não há como saber que nada disso é novo, outros já tentaram implantar ensinos heréticos e foram rechaçados pelos primeiros cristãos. Ah! Se conhecêssemos a história dos anabatistas e suas reformas radicais; John Knox e sua constante luta contra a apostasia na coroa britânica (como um Elias contra a casa de Acabe), isso para ficar apenas no início da era protestante, enfim, há inúmeros relatos que hoje serviriam para deixar muitos pastores e obreiros corados de vergonha.
As Escrituras sempre nos lembra de olharmos para trás. Deus fez isso o tempo todo com o povo Israel, sempre os lembrando de onde os tirou, e o que Ele fez por eles no deserto. Em um mundo pluralista, cheio de pseudo-verdades, informações, é difícil manter o foco em uma única coisa. Então, que tal se nós nos focarmos no aprendizado da Bíblia, esse Livro tão antigo, mas que nunca se fez tão necessário Seu conhecimento para se chegar ao futuro.
- Pr. Robson -
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