I-C-O-M-P-A-R-Á-V-E-L !!!
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
COISAS DE IGREJA EVANGÉLICA
Todo ano (o ano todo) milhares de crentes trocam e "destrocam" de
igreja. É um vai e vem, um frenesi até certo ponto normal e, guardadas
as devidas proporções, necessário. Confesso que foi difícil, mas com o
tempo aprendi a lidar com isso. Nessas ondas, tem muita gente honesta,
pessoas bacanas, legais e super confiáveis - conheço e convivo com um
bocado. Seria injusto não dizer que são crentes sinceros, cristãos de
verdade com motivos razoáveis de sobra
pra mudar de igreja, comunidade, etc., mesmo. Há casos mais que justos
como mudança de bairro e tal; algum desconforto com a visão do
ministério ou denominação anterior; algum desacordo com pessoas ou
grupos, etc. Agora, minha gente, cá entre nós: difícil mesmo é separar o
joio do trigo - às vezes tarefa i-m-p-o-s-s-í-v-e-l!
No bolo desses movimentos de vai e vem tem cada enrosco. Cada "causo"
mal contado, cada história pra boi dormir, cada rolo que "só Jesus na
causa" (kkkk)... Tem gente querendo se esconder de situações que
envolvem pecados; tem insubmissos fugindo de uma bela disciplina ou
correção; tem outros que vivem peregrinando em busca de obter alguma
vantagem aqui ou ali; tem alguns que simplesmente querem sugar um
pouquinho da ingenuidade e da boa vontade dos pastores ou líderes pra
depois seguirem seus intermináveis caminhos de desventuras e por aí vai
... Meu Deus! Quanto igrejeiro sem noção, hein?!
"Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores ..." - Tito 1.10
-pr Aécio -
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
ESTÃO ME PERGUNTANDO O QUE ACHO DA MARCHA PARA SATANÁS
Nada.
Isso mesmo, não posso achar nada sobre algo que nem vi ainda, e que só
está na esfera dos anúncios, propagandas e boatos. Mas, tudo bem, eis
algumas considerações:
1 - A princípio não vejo nada novo. Porém,
qual o problema de uma marcha para o gramulhão, visto que em I Jo 5.19
diz que "o mundo jaz no maligno” (ou “sob o poder do maligno”, na versão
NVI)? Faz parte do jogo, das tramas do capeta.
2 – Ao invés de ocupar tempo se preocupando com um movimento bobo, que
tal dedicar tempo em orar pelas nações, povos não alcançados e demais
segmentos não alcançados pelo Evangelho em nossa sociedade, etc. (I Tm
2.1-4).
3 – Há quase dois mil anos a Bíblia diz que nossa luta é
contra os poderes tenebrosos, demoníacos. Se você começou a orar
combatendo o diabo depois que soube da marchinha do coisa ruim, aí sim,
acho que está meio atrasadinho, não acha? Leia Efésios 6.12-18)
4
– Como a Bíblia faz falta na vida dos crentes, não é? Sentir-se
ameaçado pela marcha do cão é sinal de que não leu, se esqueceu ou que
nunca entendeu que contra a igreja “as portas do inferno não
prevalecerão” (Mt 6.18). Além disso, desde o início é a Igreja quem
segue em marcha triunfante contra o reino das trevas, não o contrário.
5 – O que tem de chamadas em mídias sociais para orar por causa da
marcha do capiroto não é brincadeira! Agora, e quando passar esse
evento, a tal marcha do belzebu? Será que o povo vai continuar orando?
Ou será que vai continuar na mesma vidinha oca, apática, sem devocional e
sem intimidade com o Todo Poderoso?
6 – Uma reclamação: lamento
que muitos dos mesmos cristãos que ficam furiosos com a marcha do
chifrudo não se indignem da mesma forma com outras marchas supostamente
evangélicas, as quais escandalizam, dividem o povo de Deus e causam
tantas polêmicas nocivas em nosso meio.
7 – Por último, cá entre
nós: Tenho muito mais coisas para fazer e muitos outros motivos para me
preocupar do que me distrair com a marchinha do tinhoso. Deixem seus
adeptos marcharem, pularem, xingarem, provocarem e fazerem o que
quiserem. São próprias deles essas coisas. Minha certeza está na Palavra
de Deus, e o que leio é que o acusador já foi julgado e condenado; que
tem pouco tempo e que logo será “... lançado no lago de fogo e enxofre,
onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão
atormentados para todo o sempre.”. Igualmente seus seguidores vão ter
muito tempo para “marcharem” não PARA ou POR satanás, mas COM o próprio
enganador pela eternidade: “E aquele que não foi achado escrito no livro
da vida foi lançado no lago de fogo.” (João 16.11; Ap 12.12; 20.10,
15).
Um abraço a todos.
pr Aécio
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
POR QUE OS MUÇULMANOS NOS ODEIAM?
BY: Philip Yancey
FONTE: MISSÃO EVANGÉLICA ÁRABE
Durante
mais de uma década, os norte-americanos têm assistido pela televisão a
turbas de muçulmanos clamando, aos berros, “Morte ao Grande Satã!” e
queimando nossos presidentes em efígie. A geografia dos protestos muda —
primeiro o Irã e a Líbia, depois o Líbano e, por último, o Iraque e a
Argélia —, mas o zelo desses muçulmanos não. Alguns desses fanáticos
religiosos nutrem verdadeiro desprezo por nós.
A maioria dos
norte-americanos não sabe como lidar com essas circunstâncias.
Fazemo-nos passar por um povo amigável, que não deixa de sorrir e sempre
estende a mão. Nossos líderes políticos parecem mais tios simpáticos do
que tiranos implacáveis. O rótulo de “Grande Satã” continua a ser
lembrado com ressentimento, pois encaramos os Estados Unidos como uma
nação cristã, muito mais devota do que, digamos, a Europa Ocidental.
Pelo menos, ainda freqüentamos a igreja. Como alguém pode nos chamar de
abomináveis ou de pagãos?
Muitos historiadores prevêem uma nova
grande divisão entre as duas maiores religiões do mundo: o cristianismo e
o islamismo. Nos últimos tempos, ficamos tão acostumados com a
polaridade entre o comunismo e o capitalismo que nos esquecemos de que o
mundo ocidental um dia esteve obcecado pela polaridade religiosa.
Convém desenvolver a compreensão mútua para que não mergulhemos em um
novo conflito de 800 anos de duração.
A maioria das críticas
islâmicas ao Ocidente parece girar em torno da ultrapassada palavra
materialismo. Quando ela descreve a busca de riquezas e de comodidades
trazidas pelo consumo, poucas nações árabes desaprovam: graças à receita
gerada pelo petróleo, o Golfo Pérsico é a região mais rica do mundo.
Mas o materialismo refere-se a uma abordagem filosófica, uma crença de
que a vida humana consiste principalmente (ou exclusivamente) no que
acontece aqui e agora no mundo material.
Os discípulos do Islã
tendem a nos ver como obsessivamente preocupados com a vida, não com a
eternidade por vir. Uma das razões de Saddam Hussein apostar em uma
invasão do Kuwait foi o fato de duvidar de que o Ocidente,
particularmente os Estados Unidos, estivesse disposto a sacrificar
milhares de vidas. Por outro lado, a guerra entre Irã e Iraque já havia
provado que centenas de milhares de fiéis muçulmanos morreriam de bom
grado em sinal de “glorioso sacrifício” diante da promessa de uma
passagem instantânea para o paraíso.
Em uma das grandes ironias
da História, o Islã decidiu atrair para si postura de mártir. Os
primeiros cristãos prevaleceram contra Roma porque escolheram as
recompensas eternas, não a mera sobrevivência física. O sangue dos
mártires foi a semente da igreja. Hoje, pouco se ouve falar de
recompensas eternas no Ocidente, enquanto muito comentadas são as
técnicas destinadas a manter a morte a distância. Os jovens árabes que
estudam nos Estados Unidos saem impressionados, e geralmente
escandalizados, com o tanto de energia que investimos na vida física.
Examine o que se vende em uma banca de jornais local e conte os títulos
de periódicos dedicados a musculação, dieta, moda e mulheres nuas —
todos eles símbolos da importância dada às coisas materiais.
Puritanismo é outra palavra cristã adotada pelas sociedades islâmicas.
Durante a Guerra do Golfo Pérsico, pela primeira vez nos recentes anais
da História, os soldados norte-americanos tiveram de passar sem álcool e
sem Playboy, em deferência ao rigoroso código islâmico na Arábia
Saudita. Poucos percebiam que a diferença de padrões morais entre o Islã
e o Ocidente é de natureza filosófica, não apenas cultural.
Ao
definir moralidade, a sociedade norte-americana tende a aplicar o
princípio do resultado final: “Está prejudicando alguém?” A pornografia,
portanto, é legal, desde que não envolva violência explícita ou assédio
a menores. Você pode embebedar-se legalmente, desde que não quebre a
janela do vizinho nem dirija seu carro embriagado, colocando em perigo a
segurança dos outros. A violência na televisão é permitida, porque
todos sabem que os personagens estão apenas representando.
Esse
referencial de moralidade trai o nosso materialismo implícito. Enquanto
definimos prejuízo no aspecto mais físico do termo, as sociedades
islâmicas abordam a questão de um ponto de vista mais espiritual. Nesse
sentido mais profundo, o que poderia ser mais prejudicial do que o
divórcio, digamos, ou a pornografia, ou a violência como forma de
entretenimento, ou até mesmo a descrição cínica do mal banalizado em um
programa de televisão como Melrose Place? A partir dessa perspectiva, os
Estados Unidos passaram a receber a reputação de “Grande Satã”.
O
mesmo materialismo se faz sentir em nossos métodos preferidos de
punição. Os norte-americanos se escandalizam com a “brutalidade”
islâmica, como as decapitações, linchamentos em público e amputação das
mãos dos ladrões. “Como podem ser tão cruéis?”, perguntamo-nos. Mas
trancafiamos adolescentes em celas lotadas de criminosos infames; será
que, em algum momento, ponderamos o que acontece com suas almas? “Não
tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma”, advertiu
Jesus. E mais: “É melhor perder uma parte do seu corpo do que ser todo
ele lançado no inferno”.
O escritor italiano Umberto Eco (O Nome
da Rosa; O Pêndulo de Foucault) escreveu um fascinante relato de uma
viagem pela América intitulado Travels in Hyperreality (Viagem pela
Hiper-realidade). Ele também retornou impressionado com o nosso
materialismo básico. Observou que os norte-americanos chegam até a
conferir substância física aos seus mitos. Os antigos gregos
homenageavam seus heróis com música e poesia em torno de uma fogueira;
os norte-americanos trocam apertos de mão com os seus, na Disneylândia,
representados por pessoas caracterizadas em célebres personagens com
fantasias de veludo e algodão.
A programação religiosa veiculada
pela televisão intrigava Eco: “Se acompanhar os programas religiosos que
a televisão leva ao ar aos domingos, você passa a compreender que Deus
só pode ser sentido em forma de natureza, carne, energia e imagem
tangível. E como nenhum pregador ousa nos mostrar Deus sob a forma de um
boneco barbudo, ou como um robô da Disneylândia, Deus só pode ser
encontrado em forma de força natural, alegria, cura, juventude, saúde e
progresso econômico.” Onde está o mysterium tremendum, perguntava-se
Eco; onde está o Deus sagrado, misterioso e inefável?
Confesso
que, das grandes religiões do mundo, o Islã é a que tenho mais
dificuldade de compreender e de admirar. Não acho sua doutrina
convincente e considero seu fanatismo aterrorizante. Entretanto, as
questões levantadas pelo Islã deveriam incomodar os cristãos aqui no
Ocidente. Acima de tudo, o Islã cultiva a crença em um Deus sagrado e
misterioso, além de nutrir profunda fé em uma vida espiritual e imortal,
não apenas em uma existência material e finita. Nós, “infiéis”, temos
algumas lições a aprender.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
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